Grupo Cinex | Blog | Design com X | Design com X é o nome do nosso Blog, pois nós do Grupo Cinex acreditamos que design é o X da questão no mundo atual. Para nós tudo passa pelo design pois ele, por definição, busca o melhor desenho para tudo: móveis, objetos e até relações. Neste espaço buscamos mostrar as notícias e novidades que acontecem no mundo do design. Compartilhamos a pesquisa feita em todas as empresas do Grupo de modo a trazer para você nossa paixão pelo alumínio e pelo vidro, os materiais mais importantes nas nossas indústrias e materiais-chave para o século XXI por sua reciclabilidade e versatilidade. Design e Inovação nos movem. E é sobre isso que iremos falar aqui. Para que cada leitor do nosso blog possa, cada dia mais, criar seus ambientes de sonhos. Onde more a praticidade e a beleza. Onde mais do que estar, se possa bem-estar.

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CAT | Arquitetura

ago/17

17

“O artesanato não deve ser visto como nostálgico e sim como algo que está em permanente evolução, e que, com o auxílio de ferramentas da alta-tecnologia, pode ser central para a sociedade no futuro”, anunciou certa vez Joris Laarman.

O designer holandês de 37 anos, formado pela prestigiosa Design Academy Eindhoven, desenvolveu sua prática na junção da tecnologia com o apuro técnico manual. Laarman é conhecido por explorar em seus móveis e objetos estruturas paramétricas complexas, geradas por algoritmos e materializadas por ferramentas de fabricação digital. A elas combina-se o acabamento artesanal fino, gerando peças de grande valor agregado. Em abril de 2016, sua Bone Chair, feita em alumínio fundido em molde impresso em 3D, superou a já alta estimativa de valor e foi vendida por impressionantes £ 344,500 na casa de leilões Phillips, a mais conceituada para o design no mundo. Além disso, criações de Laarman estão em coleções permanentes de museus como o MoMA, em Nova York, e o Victoria and Albert, em Londres.

inv.nr. 30239 Laarman, Joris (Borculo 1979 - ) Bone chair 2007- Aluminium 77 x 44 x 77 cm Collectie Centraal Museum, Utrecht; aankoop 2007 Image & copyrights CMU/ Ernst Moritz

Image & copyrights CMU/ Ernst Moritz

Diante de tais realizações e cifras, é preciso entender o que baseia tamanho sucesso. A ambição do designer é materializar, hoje, visões do futuro da produção de bens de consumo. A Bone tem como substrato uma longa e intensa pesquisa do designer sobre como aprender com a natureza. “Nossa era digital torna possível não apenas usar a natureza como uma referência estilística, mas realmente usar os princípios biológicos subjacentes para gerar novas formas, exatamente como no processo evolutivo”, disse ele. Para chegar ao formato da cadeira, Laarman utilizou um software da indústria automobilística de ponta, que calcula o mínimo de material necessário para cada componente de um projeto, no intuito de criar a estrutura mais leve possível sem perda na força ou resistência em pontos cruciais.

O formato da peça é uma resposta direta à pesquisa inspirada pelos ossos animais, que fazem exatamente esse “cálculo” mimetizado pelo software. “Ossos são altamente eficientes em seu crescimento estrutural para alcançar uma relação peso-força ideal; eles constantemente adicionam ou removem material em resposta às tensões de seu ambiente.” O princípio permitiu que o designer revolucionasse o processo do desenho, otimizando a alocação de matéria-prima. O resultado são estruturas que realmente se parecem com ossos – porém por um processo interno e não externo, de mera cópia de uma forma.

O alumínio foi escolhido para a Bone devido às suas qualidades inerentes, como o de ser facilmente maleável, leve e de baixa densidade, com grande resistência à corrosão e a tensões. Recentemente, o metal foi utilizado em uma série de móveis denominada Gradient e, mais uma vez, o princípio norteador foi o uso racional de massa material. A equipe do laboratório de Laarman olhou para engenharia das peças a um nível celular. Usando ferramentas de design generativas, criou uma estética intrincada de pequenos componentes sucessivos, de mesmo formato mas com diferentes tamanhos, pesos e distância. As células sólidas criam resistência estrutural e rigidez, enquanto as células mais abertas criam redução de material e leveza. Tudo foi fabricado por técnica inédita de sintetização do metal a laser, desenvolvida dentro do laboratório – um vislumbre de como poderá ser uso do alumínio no design de móveis na era digital.

O trabalho obsessivo do laboratório de Laarman, que combina colaboradores de diversas expertises, cria, nas palavras do designer, “coisas tão engenhosas que parecem mágica se você não tem conhecimento de todo o processo que as gerou”. Ao testar de forma sistemática as possibilidades da fabricação digital e dos softwares de desenho, o holandês mostra que no futuro tudo o que for criado será perfeitamente adequado ao uso a que se destina, pois é criado de maneira única – por isso, artesanato digital.

inv.nr. 30239 Laarman, Joris	(Borculo 1979 -  ) Bone chair 2007- Aluminium 77 x 44 x 77 cm Collectie Centraal Museum, Utrecht; aankoop 2007 Image & copyrights CMU/ Ernst Moritz

Image & copyrights CMU/ Ernst Moritz

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ago/17

10

Elon Musk, fundador da Tesla, é um cara ambicioso – talvez o mais ambicioso que o mundo conhece na atualidade. Com o desenvolvimento do ITS (Interplanetary Transport System), da sua empresa SpaceX, ele pretende tornar viagens para marte um sonho possível para as próximas gerações – e, porque não, também a colonização do planeta vizinho.

Aqui na Terra, Musk já chacoalhou o mercado tecnológico ao criar carros elétricos tão – ou mais – performáticos e seguros quanto os tradicionais movidos a combustão. As baterias capazes de armazenar energia suficiente para muitas horas de estrada evoluíram, em 2015, para a Tesla Powerwall, destinadas à utilização em casa ou no trabalho que, abastecidas por placas solares, são capazes de armazenar energia suficiente para as tarefas cotidianas.

Recentemente, a Tesla deu mais um passo na aspiração de um planeta livre da dependência em combustíveis fósseis ou em energia atômica: o Solar Roof.

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A ideia por trás desse produto, tido por Elon Musk como tão revolucionário quanto tudo que a Tesla criou até hoje, é puro pensamento de design: melhorar o desempenho de painéis solares ao torná-los mais atraentes. Ao invés de grandes placas feiosas sobre a cobertura usual de uma casa, no Solar Roof as próprias telhas são capazes de captar a luz do sol.

Assim como os carros Tesla, cujo visual pouco se diferencia de automóveis pré-existentes, o telhado solar mimetiza quatro tipos de telhas tradicionais. O resultado é que as construções que utilizam Solar Roof ficam praticamente indistinguíveis de outras que não utilizam, de qualquer ângulo de visão. Afinal, as melhores tecnologias são aquelas invisíveis: o futuro sem feições de futurismo!

O vidro é o material que torna isso possível. Células solares discretas são embutidas sob a superfície das pequenas telhas de vidro, permitindo que a luz passe através delas, mesmo com cores, texturas e formatos diferentes. Feitas de quartzo, são altamente resistentes a impactos, além de duradouras, ou praticamente “infinitas”, segundo Elon Musk. O Solar Roof possui garantia de 30 anos de perfeito funcionamento da captação da luz solar.

 Os modelos foram lançados no ano passado, e dois deles já encontram-se disponíveis para encomenda. No site da Tesla, é possível calcular o custo por metragem e verificar o retorno do investimento com o passar dos anos. Segundo uma matéria recente no site Bloomberg, o modelo se mostra mais barato do que o esperado quando o anúncio foi feito, em outubro de 2016. Apesar de cerca de quatro vezes mais custoso que os telhado normais, o valor é mais atraente que o de painéis solares existentes hoje. Segundo a calculadora, $ 50.000,00 fornecerão $ 64.000,00 de energia em 30 anos.

A energia coletada pelo Solar Roof é armazenada por baterias Powerwall e fica, dessa forma, disponível para utilização a qualquer momento. Para Musk, o telhado solar é a grande unificação das ambições de energia limpa da Tesla, combinando captação solar, baterias e carros elétricos. “Esses são realmente os três pilares para um futuro de energia sustentável”, disse ele. “A energia solar vai direto para a bateria estacionária, para que você esteja abastecido durante o dia e a noite, e ainda carregue o seu veículo elétrico. É possível escalar isso para toda a demanda do mundo”, finalizou o inventor.

Imagens: Divulgação Tesla

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ago/17

7

Quando estava em seu primeiro ano de faculdade de arquitetura, Jim Olson recebeu uma proposta tentadora. Seu pai lhe ofereceu 500 dólares e lhe pediu que, com o dinheiro, construísse uma cabana em um idílico terreno próximo a Seattle, que pertencia à sua família.

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A propriedade, à margem do estuário Puget Sound, fora adquirida pelo avô do arquiteto em 1912. Mantinha intacta sua floresta de plantas nativas de Washington, estado no extremo noroeste dos Estados Unidos, com diversas espécies de pinheiros e cedros. Olson construiu uma cabana de meros 14 x 14 pés (cerca de 20 m²), em meio a uma clareira, usando materiais simples pré-fabricados, como chapas de alumínio e de madeira. Um perfeito refúgio para estar imerso na natureza.

Por 20 anos a casinha erguida em 1959 permaneceu igual. A primeira expansão ocorreu em 1981, quando foram adicionados mais dois pequenos pavilhões ligados por um deque, totalizando um quarto, uma cozinha e um banheiro. Outras modificações foram feitas em 1997, 2003, 2014 e este ano, com a criação de vários quartos e uma ampla sala emoldurada por um grande parede de vidro, além de um único telhado unificando os volumes.

A casa foi, assim, acompanhando as mudanças na vida de Olson: primeiro um local rústico para estar com amigos, depois para levar sua jovem família, e agora “um lugar quieto para a contemplação e para o trabalho criativo, e um espaço confortável que pode receber netos e a família expandida”. A única coisa que não mudou é a reverência do arquiteto pela natureza e sua admiração pela beleza circundante.

Nesse processo, os elementos originais foram preservados, integrando-se às novidades e revelando o processo de transformação da casa. Colunas e vigas foram feitas com madeira e aço, os fechamentos receberam compensados de pinus ou chapas de alumínio, o piso combina cimento queimado e ripas de madeira do terreno. Por fim, grandes extensões de vidro oferecem vistas “full frame” do terreno cênico e do estuário à frente. As cores e texturas, amaciadas ao longo do tempo, fazem com que a construção, hoje com 220 m², se funda discretamente à floresta. Os vidros refletem poeticamente a mudança da natureza e dos matizes do céu ao longo das quatro estações do ano.

Olson já declarou que o pedido do pai talvez tenha sido a maior oportunidade da sua vida. Seu escritório, fundado em 1966 com Tom Kundig, é um dos mais importantes dos EUA, e têm entre seus projetos conhecidos justamente espetaculares cabanas em locais idílicos. Trabalhando com materiais industriais como aço e chapas e madeira e vidro, o Olson Kundig é sinônimo de casas de desenho geométrico e estilo industrial imersas na paisagem natural. Para todos esses projetos vale a mesma declaração do arquiteto em relação ao refúgio do Puget Sound: “Estar naquela casa, observando o entorno, sempre me traz de volta a perspectiva de que nós, humanos, somos parte da natureza. Ela é onde tudo começa e tudo termina”.

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jul/17

18

O escritório americano Skidmore, Owings & Merrill, conhecido pela sigla SOM, é responsável pelos projetos de alguns dos arranha-céus mais icônicos do planeta, como o Burj Khalifa, em Dubai, e o One World Trade Center, em Nova York. Nada menos que sete, dos vinte prédios mais altos do mundo, foram desenhados pelo escritório, fundado em 1936.

O vidro é o principal componente das fachadas destes edifícios que desafiam a prática de arquitetos e engenheiros. Esteticamente, o uso de enormes panos de vidro fornece a leveza necessária às essas altíssimas construções – já que o material combina transparência e reflexividade do céu e da cidade ao redor.

Em um novo projeto contratado pela prefeitura de Nova York, no entanto, o SOM teve que optar por um outro material para fachada. Por questões de segurança e eficiência, a sede para o call center de emergência, que reúne bombeiros, polícia e serviços médicos – com capacidade para receber impressionantes 50.00 ligações 911 por hora – deveria ser essencialmente um bunker. O PSAC II (Public Safety Answering Center), no Bronx, deveria estar preparado para situações da escala do 11 de Setembro ou do furacão Sandy de 2012. Desse modo, o novo projeto possui geradores de energia e suprimentos de água e alimentação que lhe permitem funcionar de forma autossuficiente por até 72 horas.

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O uso do alumínio em toda a superfície exterior foi o que permitiu que o edifício – com altura equivalente a 24 andares e área de 42 mil metros quadrados – se tornasse uma construção bela e discreta, apesar de seu tamanho considerável e das pouquíssimas janelas que possui. A aparência monolítica do cubo é quebrada por sequências verticais de painéis de alumínio reciclado, cujo acabamento escovado permite que o PSAC reflita suavemente o entorno, camuflando-se nele.

Se no exterior a intenção foi fazer o edifício parecer menor do que é, no interior os arquitetos buscaram o contrário. Os espaços internos são acolhedores para funcionários que trabalham longos e estressantes turnos atendendo às chamadas. O uso do branco e de muita madeira foi combinado a uma grande parede de plantas no corredor principal do prédio, com iluminação natural proveniente de uma abertura na cobertura. O paisagismo é composto, ainda, por espécies que filtram o ar e que reduzem o uso de energia.

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jun/17

28

Foi uma surpresa quando o Pritzker, o mais prestigioso prêmio da arquitetura internacional, anunciou o RCR Arquitectes como vencedor da edição 2017. O escritório do trio Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta, apesar de fundado há quase 30 anos, em 1988, era até então desconhecido no cenário global. Longe dos holofotes que iluminam os edifícios vistosos de “star architects” pelos quatro cantos do mundo, os projetos do RCR são discretos e tem vínculo estrito com sua região de origem, a província de Girona, no nordeste da Espanha.

A restrição geográfica de sua produção vai de encontro com uma das características que encantou o júri do prêmio, que analisa todo o conjunto da obra: a atenção dos arquitetos ao contexto de seus projetos. “A habilidade do RCR de se relacionar intensamente com o entorno do terreno é um testemunho de seu processo e de sua profunda integridade”, dizia o texto que anunciou os ganhadores.

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Essa arquitetura que pertence ao lugar é proveniente de um cuidadoso entendimento das questões culturais, históricas e geográficas de cada local que irá receber um novo edifício. É possível analisar uma série de projetos do RCR a partir desse ponto de vista, mas um deles chama especialmente a atenção pela sua combinação entre simplicidade e inventividade, no qual condições desafiadoras se tornaram aliadas do projeto.

Trata-se de uma casa, localizada na pequena cidade de Olot. O terreno possuía uma antiga construção, cuja fachada de pedras é tombada por órgãos públicos que, assim, mantém a originalidade da rua. Além da frente, estavam em boas condições os muros laterais, também de pedra, e o telhado de madeira. A partir desta casca pré-existente, o RCR optou por usar elementos que criassem contrastes entre o velho e o novo.

Concreto, vidro e aço galvanizado foram os materiais escolhidos. Em si, a textura e acabamento dos dois últimos são o oposto da rusticidade e da irregularidade dos muros antigos de pedras empilhadas. Vista do jardim, no lado oposto da fachada, grandes esquadrias deslizantes de vidro transparente, com perfis invisíveis, expõem o interior tal qual um palco de teatro.

Dali, é como se pudéssemos visualizar ao mesmo tempo todas as cenas da casa: o quarto que fica no andar mais baixo, semi-enterrado no solo; a cozinha e a sala de jantar no pavimento intermediário, de pé-direito duplo e uma última área social em uma plataforma solta neste vão. Tomando toda a altura do pé-direito, brises verticais de aço, que correm paralelos aos muros, lembram as coxias do palco, escondendo as escadas e os banheiros.

Ao respeitar a história sem ter medo de introduzir elementos contemporâneos, o RCR consegue um resultado harmônico e instigante. A justaposição entre passado e presente, bem como a paixão por tradição e inovação, são aspectos extremamente relevantes no mundo pasteurizado pela globalização, e certamente também contribuíram para a decisão dos jurados.

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Crédito imagens: Reprodução © Hisao Suzuki

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