Grupo Cinex | Blog | Design com X | Design com X é o nome do nosso Blog, pois nós do Grupo Cinex acreditamos que design é o X da questão no mundo atual. Para nós tudo passa pelo design pois ele, por definição, busca o melhor desenho para tudo: móveis, objetos e até relações. Neste espaço buscamos mostrar as notícias e novidades que acontecem no mundo do design. Compartilhamos a pesquisa feita em todas as empresas do Grupo de modo a trazer para você nossa paixão pelo alumínio e pelo vidro, os materiais mais importantes nas nossas indústrias e materiais-chave para o século XXI por sua reciclabilidade e versatilidade. Design e Inovação nos movem. E é sobre isso que iremos falar aqui. Para que cada leitor do nosso blog possa, cada dia mais, criar seus ambientes de sonhos. Onde more a praticidade e a beleza. Onde mais do que estar, se possa bem-estar.

Grupo Cinex | Blog | Design com X - Design com X é o nome do nosso Blog, pois nós do Grupo Cinex acreditamos que design é o X da questão no mundo atual. Para nós tudo passa pelo design pois ele, por definição, busca o melhor desenho para tudo: móveis, objetos e até relações.   Neste espaço buscamos mostrar as notícias e novidades que acontecem no mundo do design. Compartilhamos a pesquisa feita em todas as empresas do Grupo de modo a trazer para você nossa paixão pelo alumínio e pelo vidro, os materiais mais importantes nas nossas indústrias e materiais-chave para o século XXI por sua reciclabilidade e versatilidade.  Design e Inovação nos movem. E é sobre isso que iremos falar aqui. Para que cada leitor do nosso blog possa, cada dia mais, criar seus ambientes de sonhos. Onde more a praticidade e a beleza. Onde mais do que estar, se possa bem-estar.

CAT | Portas e arquitetura

ago/17

7

Quando estava em seu primeiro ano de faculdade de arquitetura, Jim Olson recebeu uma proposta tentadora. Seu pai lhe ofereceu 500 dólares e lhe pediu que, com o dinheiro, construísse uma cabana em um idílico terreno próximo a Seattle, que pertencia à sua família.

02006_00_Olson_Cabin_N3-2000x1118

A propriedade, à margem do estuário Puget Sound, fora adquirida pelo avô do arquiteto em 1912. Mantinha intacta sua floresta de plantas nativas de Washington, estado no extremo noroeste dos Estados Unidos, com diversas espécies de pinheiros e cedros. Olson construiu uma cabana de meros 14 x 14 pés (cerca de 20 m²), em meio a uma clareira, usando materiais simples pré-fabricados, como chapas de alumínio e de madeira. Um perfeito refúgio para estar imerso na natureza.

Por 20 anos a casinha erguida em 1959 permaneceu igual. A primeira expansão ocorreu em 1981, quando foram adicionados mais dois pequenos pavilhões ligados por um deque, totalizando um quarto, uma cozinha e um banheiro. Outras modificações foram feitas em 1997, 2003, 2014 e este ano, com a criação de vários quartos e uma ampla sala emoldurada por um grande parede de vidro, além de um único telhado unificando os volumes.

A casa foi, assim, acompanhando as mudanças na vida de Olson: primeiro um local rústico para estar com amigos, depois para levar sua jovem família, e agora “um lugar quieto para a contemplação e para o trabalho criativo, e um espaço confortável que pode receber netos e a família expandida”. A única coisa que não mudou é a reverência do arquiteto pela natureza e sua admiração pela beleza circundante.

Nesse processo, os elementos originais foram preservados, integrando-se às novidades e revelando o processo de transformação da casa. Colunas e vigas foram feitas com madeira e aço, os fechamentos receberam compensados de pinus ou chapas de alumínio, o piso combina cimento queimado e ripas de madeira do terreno. Por fim, grandes extensões de vidro oferecem vistas “full frame” do terreno cênico e do estuário à frente. As cores e texturas, amaciadas ao longo do tempo, fazem com que a construção, hoje com 220 m², se funda discretamente à floresta. Os vidros refletem poeticamente a mudança da natureza e dos matizes do céu ao longo das quatro estações do ano.

Olson já declarou que o pedido do pai talvez tenha sido a maior oportunidade da sua vida. Seu escritório, fundado em 1966 com Tom Kundig, é um dos mais importantes dos EUA, e têm entre seus projetos conhecidos justamente espetaculares cabanas em locais idílicos. Trabalhando com materiais industriais como aço e chapas e madeira e vidro, o Olson Kundig é sinônimo de casas de desenho geométrico e estilo industrial imersas na paisagem natural. Para todos esses projetos vale a mesma declaração do arquiteto em relação ao refúgio do Puget Sound: “Estar naquela casa, observando o entorno, sempre me traz de volta a perspectiva de que nós, humanos, somos parte da natureza. Ela é onde tudo começa e tudo termina”.

02006_00_Olson_Cabin_N4-2000x1960 Sol_Duc_Cabin Rolling_Huts Berkshires_Residence 02006_Olson_Cabin_N3-2000x1117 02006_00-1Olson_Cabin_N3-2000x1119 02006_00_Olson_Cabin-2000x1300 02006_00_Olson_Cabin_N39-1763x2350 02006_00_Olson_Cabin_N33-1767x2350 02006_00_Olson_Cabin_N20-1715x2350 02006_00_Olson_Cabin_N16-1767x2350

, ,

jul/17

4

Não é novidade que impressoras 3D estão no topo da lista de ferramentas que mais prometem revolucionar o mundo. Essas máquinas possuem o potencial de materializar objetos de qualquer formato, complexidade construtiva e tamanho – sem a necessidade, por exemplo, de moldes custosos, que se justificam apenas em produções de grande escala. Na prática, elas são como as mãos de um escultor ou artesão muito habilidoso – e que ainda podem fazer coisas que as mãos humanas seriam incapazes.

Glass-Printing_Mediated-Matter_Neri-Oxman_50

As impressoras 3D (ou máquinas de manufatura aditiva) leem arquivos digitais de desenhos feitos no computador e os reproduzem com precisão, a partir de uma ponteira que corre em três eixos e que deposita, camada a camada, algum tipo de material. Os materiais utilizados, no entanto, ainda são limitados. As impressoras mais comuns, aquelas que podemos ter em casa por cerca de 500 dólares, usam tipos de plástico.

Cada passo na evolução dessas máquinas é de grande importância. Causou êxtase, então, um anúncio do Massachussets Institute of Technology (MIT), um dos mais importantes centros de pesquisa tecnológica do mundo, de que uma série de vasos e tigelas foram impressos em vidro transparente – o que significa a primeira experiência bem sucedida de usar o material em uma impressora 3D. A responsável é a designer e professora Neri Oxman, que lidera o grupo de pesquisa Mediated Matter do MIT Media Lab.

O vidro não é um material fácil de moldar pela alta temperatura em seu estado líquido (o ponto de fusão é de cerca de 1500 graus Celsius), e a rapidez em que se torna sólido. A câmara superior da impressora recebe o material bruto a 1000 graus e atua como o cartucho de impressão, movendo-se nos eixos X, Y e Z para depositar um fluxo contínuo do vidro, que encontra-se em um estado “gelatinoso”, a 1000 graus (veja o vídeo). O vidro é depositado na câmara inferior através de um bico feito do composto químico alumina-zirconia-silica, resistente ao calor. A câmara inferior, ou cama da impressora, por sua vez, resfria as camadas pouco a pouco, processo que garante a resistência do material sólido, impedindo que o vidro depois se quebre por uma mudança de temperatura ou por impacto.

A nova tecnologia de impressão de vidro, chamada de G3DP, poderia ser usada em escala arquitetônica, para criar “construções de uma única pele transparente”, segundo Neri Oxman. O grupo também está pesquisando maneiras de colorir o vidro, pensando principalmente em meios de torná-lo uma barreira para raios UV quando usado na arquitetura. Se desenvolvida, essa tecnologia irá possibilitar a criação de edifícios diferentes de tudo o que já vimos.


Glass-Printing_Mediated-Matter_Neri-Oxman_20 Glass-Printing_Mediated-Matter_Neri-Oxman_43 Glass-Printing_Mediated-Matter_Neri-Oxman_8 Glass-Printing_Mediated-Matter_Neri-Oxman_3

[vimeo]https://vimeo.com/136764796[/vimeo]

Crédito das imagens: Reprodução

No tags

jun/17

13

Não é tarefa fácil estar informado sobre todos os projetos que brotam das cabeças criativas que formam o estúdio Nendo, capitaneado pelo designer japonês Oki Sato e baseado entre Tóquio e Milão. Apenas nos primeiros meses de 2017, foram 20 contratos, que geraram coleções de móveis, exposições e espaços.

Em tamanho volume de projetos tão variados, os melhores costumam ser os que contêm a fina combinação entre simplicidade e subversão que caracteriza a prática do Nendo, e que o tornou um dos mais desejáveis estúdios de design do mundo.

A linguagem visual do design de Oki Sato valoriza o vazio e o uso do número mínimo de elementos diferentes – sejam materiais, formas ou cores (em geral apenas o branco e o preto). É uma ode à tradição estética japonesa, revisitada de maneira surpreendente, pois transforma a simplicidade em estratégia para mostrar um novo olhar sobre as coisas conhecidas.

Vamos a um exemplo recente: a coleção de móveis criada para a exposição “Home Living Boundless Design” (“Design sem limites para a casa”), em Hanghzou, China, a pedido da fabricante de mobiliário Kuka. À primeira vista, o conjunto formado por cadeiras, poltronas, mesinhas e estantes causa estranheza pela quase invisibilidade. Apenas dois materiais são utilizados: metal pintado de branco e folhas transparentes de polipropileno. Enquanto o metal cria a delicada estrutura dos móveis, as folhas plásticas são utilizadas como suas superfícies (assento, encosto, prateleira, tampo).

A Kuka é uma fábrica tradicional chinesa de móveis estofados, o que levou o Nendo a focar “os valores intrínsecos do conforto”. Justamente porque o conforto nos faz pensar em materiais macios, como os diversos tipos de espumas, enchimentos de pluma e de algodão, a ideia foi usar materiais que não se associam a esse adjetivo.

É a maneira como os elementos são empregados que faz a diferença. Como explicam os designers, as folhas de polipropileno, de 1.5 milímetro de espessura, podem adquirir diferentes níveis de maciez dependendo da distância entre as lâminas e de como são curvadas. Quanto maior o ângulo de curvatura e menor a distância entre as folhas, mais rígida e forte é a superfície. Quanto menor o ângulo e maior a distância, mais macia ela será. Observando a poltrona, por exemplo, vemos que os pontos de contato com o corpo humano têm a característica mais macia, enquanto as junções das folhas na estrutura são mais rígidas, dando suporte ao móvel.

Esse projeto, que desafia paradigmas, é uma forma de tornar os usuários mais conscientes em relação aos objetos que nos cercam e que nos são úteis. Além de proporcionar um conforto surpreendente, os móveis expõem aquilo que normalmente estaria escondido em seu interior.

bouncy_layers41_hiroshi_iwasaki bouncy_layers37_hiroshi_iwasaki bouncy_layers35_hiroshi_iwasaki bouncy_layers30_hiroshi_iwasaki bouncy_layers20_hiroshi_iwasaki bouncy_layers15_hiroshi_iwasaki bouncy_layers07_hiroshi_iwasaki

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=IwWojb2J1wI#action=share[/youtube]

, , ,

jun/17

6

O vínculo estrito da arquitetura com a engenharia caracteriza a obra do italiano Renzo Piano. Seus edifícios são consequência, em primeiro lugar, de complexas escolhas estruturais. O emaranhado de estruturas metálicas do Centro Pompidou, em Paris, visível devido ao uso de fechamentos de vidro transparente, é uma obra icônica da engenharia contemporânea. Piano era, à época do projeto realizado em parceria com o inglês Richard Rogers, um jovem arquiteto, e esse ousado edifício já expunha as diretrizes que marcariam sua trajetória.

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

Metais e vidro, materiais que chegam ao canteiro de obra já manufaturados por indústrias especializadas, são os principais aliados do Renzo Piano Building Workshop, nome de seu escritório com base em Gênova, na pesquisa incessante de componentes estruturais inovadores. A lista de projetos que tem essa combinação como protagonista é extensa: vai do aeroporto de Kansai, em Osaka, com sua cobertura de película metálica reluzente, ao arranha-céu em forma de obelisco vítreo The Shard, em Londres; aos mais recentes Whitney Museum em Nova York, que combina panos de vidro opacos e transparentes conectados por tirantes metálicos delgados, à Fundação Pathé, em Paris, com seu manto anamórfico de escamas de alumínio perfurado, ou à Fundação Stavros Niarchos, em Atenas, a lembrar um templo grego moderno com uma fina cobertura suspensa sobre colunas de aço também muito esguias.

Comparado a tais projetos, o novo pavilhão da vinícola Château La Coste, em Aix-en-Provence, é modesto. No local, a produção de vinhos divide espaço com instalações e exposições de arte em espaços projetados por grandes arquitetos contemporâneos, espalhados por 200 hectares de campos de videiras. A construção foi erguida para expor fotografias do aclamado artista japonês Hiroshi Sugimoto, e tem meros 285 metros quadrados de área em único pavimento. Os grandes arquitetos, todavia, demonstram sua potência inventiva mesmo projetos de pequeno porte e programas simples.

Lá, a escolha inusitada do partido arquitetônico foi a de “enterrar” o edifício – o que faz sentido já que, além da sala de exposição, foram criadas duas caves para amadurecer alguns dos conhecidos rótulos da vinícola. Com início no nível do terreno, o percurso se desenvolve por uma extensa rampa contínua, que leva até cota mais baixa da escavação, a cerca de cinco metros subterrâneos. Na laterais contíguas ao declive, muros de concreto fazem a contenção da terra ao mesmo tempo que emolduram o espaço, tornando-se as paredes de exibição das fotografias da série Seascapes, a mais importante de Sugimoto.

A sala de exposição é amplamente iluminada por luz natural filtrada pela cobertura pelicular branca. Piano criou uma bela estrutura em forma de velas estendidas por hastes metálicas delicadas. Esse é o único elemento do projeto que fica visível à distância. Segundo o arquiteto, as velas ecoam o distribuição gráfica do campo de parreiras ao redor do pavilhão, inserindo-se com harmonia no terreno. Por meio de esquadrias de metal e vidro que tomam todo o pé-direito, a sala abre-se para um pátio e o percurso culmina em um espelho d’água.

O pavilhão recém-inaugurado une-se a obras de outros célebres arquitetos neste Inhotim francês, todos vencedores, como Renzo Piano, do prêmio Pritzker, o Nobel da arquitetura: Tadao Ando, Frank Gehry, Norman Foster, Richard Rogers e Jean Nouvel. Obras de artistas não menos célebres, como Louise Bourgeois, Anish Kapoor, Alexander Calder, Richard Serra e Lee Ufam, completam a experiência na encantadora região da Bouches-du-Rhône, onde desemboca o rio Reno.

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

 

, ,

abr/17

18

O artista de vidro ucraniano da Glass Symphony, Nikita Drachuk, transforma hastes de vidros coloridos em mini esculturas que representam a fauna e a flora de uma forma delicada e sutil. Em cada peça busca-se manter ao máximo a fidelidade ao real de cada personagem. Um trabalho minucioso e cheio de detalhes que encantam! Lindo, não é mesmo?

A técnica utilizada chama-se “lampworking”, onde um queimador de gás com temperatura muito elevada, em torno de 1800º, faz com que o vidro fique no estado físico necessário para que as peças possam ser trabalhadas, com diferentes métodos de alongamentos e dobras. Cada peça é criada de forma artesanal, individual e única, fazendo com que esse trabalho seja ainda mais cativante!

il_570xN.787312074_axe5 il_570xN.834611717_jr3u il_570xN.916030750_i2bl il_570xN.942704328_q87y

, , , , ,

mar/17

15

Quem esteve em São Paulo na semana passada pode conhecer um pouco mais sobre a qualidade e a inovação dos produtos Cinex, agora aplicadas em sofisticados revestimentos de parede. O espaço Cinex Arch refletiu nossa paixão pelo design, pelo alumínio e vidro! Agora, este é o momento de mostrar para você um pouco do que apresentamos por lá:

Nossa belas portas foram um destaque a parte, exibindo o design e a qualidade Cinex que você já conhece. A porta Alpina Ritz, com Marco Minimal, toda em alumínio e vidro Panna trouxe sofisticação e traduz a versatilidade dos produtos Cinex, fazendo com que esta porta se adapte a diversos ambientes. A conhecida porta Feltre estava toda azul, em um belíssimo vidro Blu Notte, com marco Slim e fechadura magnética.

Durante a nossa permanência na feira quisemos mostrar a grandeza e a imponência dos produtos Cinex, por isso instalamos uma porta Ampezzo Sopra Luce com incríveis 3.4 m de altura! A cor escolhida foi Londra para o acabamento e Refletente Chiaro duplo para o vidro.

A Stampa Carrara foi selecionada para revestir o stand Cinex e chamou a atenção de muitos visitantes. Este produto é uma inspiração dos Alpes Apuanos (Itália), com efeitos de mármore (branco com leves veios de cinza). Na entrada, um admirável móvel revestido em vidro trouxe um preto profundo, desenhado por veios cristalizados em tons de areia e branco. A exclusiva tecnologia de fixação e variação de estampas atraiu os olhares de quem esteve por lá.

A Expo Revestir 2017 também foi um importante marco para nós: apresentamos oficialmente nosso novo logotipo, reestilizado e que, acima de tudo, traduz o nosso sentimento de se reinventar todos os dias. Uma constante busca pela inovação!

Encante-se com algumas fotos do nosso espaço:

_DSC3713-Editado

_DSC3730-Editado

_DSC3862-Editado

_DSC3881

_DSC3941-Editado

, , , , ,

jan/17

13

Utilizando centenas de arames o artista Edoardo Tresoldi, construiu no Parque Arqueológico de Siponto, Itália uma interpretação de uma igreja primitiva que ficava no mesmo lugar onde a nova estrutura foi montada. A obra parece muito com um holograma iluminado e causa até uma ilusão de ótica nos visitantes, que se surpreendem com a quantidade de detalhes apresentados. Entre colunas, janelas e cúpulas estatuas de pessoas ganham vida dentro dos corredores da igreja.

Um projeto que conecta a arqueologia antiga com a arte contemporânea!

©Blindeyefactory_EdoardoTresoldi_Le-Basiliche_2016_09

©Blindeyefactory_EdoardoTresoldi_Le-Basiliche_2016_33

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_001

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_021

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_023

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_027

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_042.

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_075.

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_085.

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_086.

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_090.

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_098.

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_103.

©BlindEyeFactory_EdoardoTresoldi_S.MariadiSiponto_2016_107.

No tags

jan/17

10

Um novo jeito de morar

[fb-like-button]

Os arquitetos dinamarqueses Mateusz Mastalski e Ole Robin Storjohann criaram um conceito de lofts que se encaixam em pequenos espaços entre uma construção e outra. O objetivo é aproveitar melhor estes espaços e melhorar a integração da cidade com novas formas de arquitetura.

Uma árvore, uma nuvem, um balão de fala, um X ou um O. Essa são as formas que eles utilizaram para criar estas moradias criativas e cheias de inovação.

Para as grandes metrópoles, esta solução lança um ar moderno para a paisagem, não acham?

dezeen_live-between-buildings_section_ss_1 dezeen_live_between_buildings_drawing_1 dezeen_live_between_buildings_drawing_7 dezeen_live_between_buildings_drawing_2 dezeen_live_between_buildings_drawing_5

 

, , ,

jan/17

6

Moderna e transparente

[fb-like-button]

O escritório Neumann Mendro Andrulaitis projetou uma casa contemporânea, localizada no topo de uma encosta em Carpinteria, na Califórnia.

O telhado plano e o uso ergométrico do vidro norteiam a pegada modernista deste projeto residencial. A casa foi erguida ao redor de belas árvores com aparência disforme, toda transparente e com detalhes em madeira. O uso extensivo de blocos de arenito auxiliam na harmonização com a transparência da fachada.

modernista2

modernista

modernista3

modernista4

modernista5

, , ,

dez/16

20

A casa CMYK

[fb-like-button]

Em meio a uma paisagem onde o verde predomina, uma casa em Moers, na Alemanha, foi revestida com tons vibrantes que chamam toda a atenção: são pontilhados espalhados por toda a área externa nas cores da escala CMYK (Ciano, que é o azul; Magenta, o rosa; Yellow, a cor amarela e blacK é a cor preta).

Os idealizadores da obra fazem parte do studio MCKNHM Arquitetos.

Os pontos, vistos de perto, formam um lindo mosaico de cores viavas onde é possível enxergar a distância entre as cores, bem como as misturas entre elas; vistos de longe, criam uma espécie de camuflagem que deixa a obra em plena harmonia com a floresta.

O que mais impressiona é que ao olhar a casa de longe, é possível avistar a sombra de um cervo em suas paredes.

“A partir de uma distância média, o olho humano interpola as cores e uma superfície sombreada e com textura de marrom e verde parece surgir, levando a um efeito de camuflagem”, comentam os arquitetos.

A combinação de cores chamativas que tornam o desenho do exterior completamente discreto. Isso é criatividade!

cmyk1

cmyk2

cmyk3

cmyk4

Fonte: Dezeen

, ,

nov/16

16

Imagine a possibilidade de viajar 100 quilômetros – normalmente uma viagem de mais de uma hora de carro – em apenas sete minutos. Esse é o conceito de transporte de alta velocidade via tubos, concebido por Elon Musk em 2013, que agora está sendo materializado pela empresa Hyperloop One.

4

Nesta terça-feira, a startup divulgou um vídeo que mostra como seria viajar utilizando esse transporte.

No vídeo, a viagem começa nos Emirados Árabes, num percurso entre Dubai e Abu Dhabi, já que a startup anunciou que concordou em fazer um estudo de viabilidade com o governo de lá, para analisar a possibilidade de receber essa empreitada.

Veja abaixo:

[youtube width=”825″ height=”744″]https://www.youtube.com/watch?v=fze5spdN3nU[/youtube]

 

Basicamente o sistema de transporte será composto por várias estações e por “cápsulas” onde o passageiro será transportado.

No projeto inicial, desenhado por Musk, o tubo usaria poderosos ímãs que levitariam a cápsula. Os passageiros viajariam aproximadamente a velocidade de um jato comercial.

1

Este não é o primeiro estudo de viabilidade da Hyperloop One: há também acordos em vigor na Rússia, Finlândia, Suécia, Suíça, Holanda, Estados Unidos e Califórnia.

Por enquanto, a iniciativa nos Emirados Árabes ainda está na fase de encantamento entre as duas partes, já que o Hyperloop ainda precisa ter sua tecnologia lapidada e adaptada para situações e cenários reais.

No entanto, há grandes chances de o negócio ser financiado na terra dos sheiks.

2

3

No tags

nov/16

11

Um projeto que mistura tendências industriais, onde o reaproveitamento de materiais e espaços é o grande diferencial, com a sustentabilidade, já que o escritório é cheio de estufas que servem como ponto de encontro durante a pausa do trabalho.

A idealizadora do projeto, estúdio de design Space Encounters, removeu todas as paredes internas ao nível do solo, dividindo o espaço desse antigo armazém de Amsterdã em dois escritórios semelhantes a corredores, separados por estufas altas, cheias de plantas, que chegam até o telhado, onde se conectam com claraboias.

Esses grandes jardins envidraçados, muitas vezes, se transformam em salas de reuniões e servem como pano de fundo para as rotinas diárias, além de melhorar o clima interno para os funcionários.

de-fabrica-antiga-para-um-moderno-escritorio

de-fabrica-antiga-para-um-moderno-escritorio1

de-fabrica-antiga-para-um-moderno-escritorio2

de-fabrica-antiga-para-um-moderno-escritorio3

de-fabrica-antiga-para-um-moderno-escritorio4

de-fabrica-antiga-para-um-moderno-escritorio5

de-fabrica-antiga-para-um-moderno-escritorio6

 

No tags

nov/16

8

O que contam as fachadas?

[fb-like-button]

As fachadas representam a velha máxima que diz: ‘a primeira impressão é a que fica’ . Sabemos que isso não é completamente uma verdade (as vezes as segundas e terceiras impressões são bem marcantes também), mas, sem dúvidas quando chegamos em um lugar que não conhecemos, a fachada sempre dará algumas dicas e inspirações.

Vidro fala de modernidade. E alumínio também. Vamos lá, são muitos os atributos: resistência ao clima, estética consagrada e que desafia a passagem do tempo, recicláveis… A tantos atributos, nós da Abito, somamos muitos modelos de portas de entrada, possíveis de assumir grandes vãos. E que grandes portas também passam essas impressões, ninguém vai negar. Basta ver as catedrais e os castelos… Ou os empreendimentos importantes… Sempre haverá uma porta de entrada em grande formato. Assim são as nossas portas: grandiosas, pivotantes, deslizantes e com toda a segurança. Claro que elas causarão um efeito impactante em quem chegar para conhecer o seu espaço…

loja-chanel-amsterda_02

um-valioso-protagonista1

adm_6917-edit

renato_wrobel-21 arq_63966

 

No tags

out/16

18

Cozinhas: o coração da casa

[fb-like-button]

Muitos dizem que a cozinha é onde fica o coração e a alma da casa. É nela o local ideal para reunir os amigos, se inspirar e aguçar os sentidos. Por causa dessa valorização da culinária, novos movimentos e conceitos surgiram para reestruturá-la. Este espaço onde antes só entravam os funcionários da casa (e bem antigamente era distante da área social), hoje é aberto para os amigos. E ao redor de quem cozinha, a festa pode ser bem animada!

A revisão das cozinhas começou na década de 1920, depois da primeira guerra, quando arquitetos começaram a repensar todos os espaços da casa. Buscava-se a funcionalidade para responder à necessidade de ambientes menores e mais compactos.

Nestes tempos, com a escola Bauhaus na Alemanha, surge um pensamento novo: trazer design para a produção industrial de móveis. O design ao alcance das pessoas.

A cozinha foi então estudada e redesenhada para encurtar as distâncias e facilitar os gestos.
Só então, nos anos 1960, que o arquiteto inglês Terence Conram passou a abrir as cozinhas para a sala, dando início a uma verdadeira revolução. Essa cozinha sem limites inspirou o mundo que vivemos hoje!

5cb7860eee3663bf229d8ca16849c415

34e4e52cefa714f52bb1e62cbd1855bf

65aa4ef89390a1b4c28702c1556364ee

d466c6b608e456656c4f9b19211f6bf7

e4c115f1bc4e6523ba8a3fc0b0f1b2e9

e618d34091dfea6908e25a7b72c25f42

e7380eed41e8b03d885cbf844109bdb0

No tags

out/16

13

Luz, câmera: emoção!

[fb-like-button]

A luz ressalva os ambientes e cria efeitos decorativos marcantes! Estamos cada dia mais apaixonados pela luz e suas tecnologias que consomem menos energia e se adaptam muito bem a espaços pequenos. A luz também valoriza o desenho dos nossos produtos. É como colocar um ator em cena: com o holofote, ele ganha muito mais evidência!

As prateleiras iluminadas transformam os ambientes e dão destaque aos objetos que estão sobre elas. Os móveis ou as estantes com as prateleiras iluminadas ficam simplesmente lindos!

A tecnologia do led avança a cada dia e traz luz com baixo consumo. Estamos superalinhados com todas as inovações em iluminações.
Para criar ambientes mais… ILUMINADOS!

mag_6140_ana

img_4496

abito_rj-6

marmo_0384

No tags


Fatal error: Call to undefined function wp_pagenavi() in /home/storage/1/ad/cd/cinext1/public_html/blog/wp-content/themes/cinex/wp-loop.php on line 48