Grupo Cinex | Blog | Design com X | Design com X é o nome do nosso Blog, pois nós do Grupo Cinex acreditamos que design é o X da questão no mundo atual. Para nós tudo passa pelo design pois ele, por definição, busca o melhor desenho para tudo: móveis, objetos e até relações. Neste espaço buscamos mostrar as notícias e novidades que acontecem no mundo do design. Compartilhamos a pesquisa feita em todas as empresas do Grupo de modo a trazer para você nossa paixão pelo alumínio e pelo vidro, os materiais mais importantes nas nossas indústrias e materiais-chave para o século XXI por sua reciclabilidade e versatilidade. Design e Inovação nos movem. E é sobre isso que iremos falar aqui. Para que cada leitor do nosso blog possa, cada dia mais, criar seus ambientes de sonhos. Onde more a praticidade e a beleza. Onde mais do que estar, se possa bem-estar.

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TAG | alumínio

ago/17

17

“O artesanato não deve ser visto como nostálgico e sim como algo que está em permanente evolução, e que, com o auxílio de ferramentas da alta-tecnologia, pode ser central para a sociedade no futuro”, anunciou certa vez Joris Laarman.

O designer holandês de 37 anos, formado pela prestigiosa Design Academy Eindhoven, desenvolveu sua prática na junção da tecnologia com o apuro técnico manual. Laarman é conhecido por explorar em seus móveis e objetos estruturas paramétricas complexas, geradas por algoritmos e materializadas por ferramentas de fabricação digital. A elas combina-se o acabamento artesanal fino, gerando peças de grande valor agregado. Em abril de 2016, sua Bone Chair, feita em alumínio fundido em molde impresso em 3D, superou a já alta estimativa de valor e foi vendida por impressionantes £ 344,500 na casa de leilões Phillips, a mais conceituada para o design no mundo. Além disso, criações de Laarman estão em coleções permanentes de museus como o MoMA, em Nova York, e o Victoria and Albert, em Londres.

inv.nr. 30239 Laarman, Joris (Borculo 1979 - ) Bone chair 2007- Aluminium 77 x 44 x 77 cm Collectie Centraal Museum, Utrecht; aankoop 2007 Image & copyrights CMU/ Ernst Moritz

Image & copyrights CMU/ Ernst Moritz

Diante de tais realizações e cifras, é preciso entender o que baseia tamanho sucesso. A ambição do designer é materializar, hoje, visões do futuro da produção de bens de consumo. A Bone tem como substrato uma longa e intensa pesquisa do designer sobre como aprender com a natureza. “Nossa era digital torna possível não apenas usar a natureza como uma referência estilística, mas realmente usar os princípios biológicos subjacentes para gerar novas formas, exatamente como no processo evolutivo”, disse ele. Para chegar ao formato da cadeira, Laarman utilizou um software da indústria automobilística de ponta, que calcula o mínimo de material necessário para cada componente de um projeto, no intuito de criar a estrutura mais leve possível sem perda na força ou resistência em pontos cruciais.

O formato da peça é uma resposta direta à pesquisa inspirada pelos ossos animais, que fazem exatamente esse “cálculo” mimetizado pelo software. “Ossos são altamente eficientes em seu crescimento estrutural para alcançar uma relação peso-força ideal; eles constantemente adicionam ou removem material em resposta às tensões de seu ambiente.” O princípio permitiu que o designer revolucionasse o processo do desenho, otimizando a alocação de matéria-prima. O resultado são estruturas que realmente se parecem com ossos – porém por um processo interno e não externo, de mera cópia de uma forma.

O alumínio foi escolhido para a Bone devido às suas qualidades inerentes, como o de ser facilmente maleável, leve e de baixa densidade, com grande resistência à corrosão e a tensões. Recentemente, o metal foi utilizado em uma série de móveis denominada Gradient e, mais uma vez, o princípio norteador foi o uso racional de massa material. A equipe do laboratório de Laarman olhou para engenharia das peças a um nível celular. Usando ferramentas de design generativas, criou uma estética intrincada de pequenos componentes sucessivos, de mesmo formato mas com diferentes tamanhos, pesos e distância. As células sólidas criam resistência estrutural e rigidez, enquanto as células mais abertas criam redução de material e leveza. Tudo foi fabricado por técnica inédita de sintetização do metal a laser, desenvolvida dentro do laboratório – um vislumbre de como poderá ser uso do alumínio no design de móveis na era digital.

O trabalho obsessivo do laboratório de Laarman, que combina colaboradores de diversas expertises, cria, nas palavras do designer, “coisas tão engenhosas que parecem mágica se você não tem conhecimento de todo o processo que as gerou”. Ao testar de forma sistemática as possibilidades da fabricação digital e dos softwares de desenho, o holandês mostra que no futuro tudo o que for criado será perfeitamente adequado ao uso a que se destina, pois é criado de maneira única – por isso, artesanato digital.

inv.nr. 30239 Laarman, Joris	(Borculo 1979 -  ) Bone chair 2007- Aluminium 77 x 44 x 77 cm Collectie Centraal Museum, Utrecht; aankoop 2007 Image & copyrights CMU/ Ernst Moritz

Image & copyrights CMU/ Ernst Moritz

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jul/17

18

O escritório americano Skidmore, Owings & Merrill, conhecido pela sigla SOM, é responsável pelos projetos de alguns dos arranha-céus mais icônicos do planeta, como o Burj Khalifa, em Dubai, e o One World Trade Center, em Nova York. Nada menos que sete, dos vinte prédios mais altos do mundo, foram desenhados pelo escritório, fundado em 1936.

O vidro é o principal componente das fachadas destes edifícios que desafiam a prática de arquitetos e engenheiros. Esteticamente, o uso de enormes panos de vidro fornece a leveza necessária às essas altíssimas construções – já que o material combina transparência e reflexividade do céu e da cidade ao redor.

Em um novo projeto contratado pela prefeitura de Nova York, no entanto, o SOM teve que optar por um outro material para fachada. Por questões de segurança e eficiência, a sede para o call center de emergência, que reúne bombeiros, polícia e serviços médicos – com capacidade para receber impressionantes 50.00 ligações 911 por hora – deveria ser essencialmente um bunker. O PSAC II (Public Safety Answering Center), no Bronx, deveria estar preparado para situações da escala do 11 de Setembro ou do furacão Sandy de 2012. Desse modo, o novo projeto possui geradores de energia e suprimentos de água e alimentação que lhe permitem funcionar de forma autossuficiente por até 72 horas.

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O uso do alumínio em toda a superfície exterior foi o que permitiu que o edifício – com altura equivalente a 24 andares e área de 42 mil metros quadrados – se tornasse uma construção bela e discreta, apesar de seu tamanho considerável e das pouquíssimas janelas que possui. A aparência monolítica do cubo é quebrada por sequências verticais de painéis de alumínio reciclado, cujo acabamento escovado permite que o PSAC reflita suavemente o entorno, camuflando-se nele.

Se no exterior a intenção foi fazer o edifício parecer menor do que é, no interior os arquitetos buscaram o contrário. Os espaços internos são acolhedores para funcionários que trabalham longos e estressantes turnos atendendo às chamadas. O uso do branco e de muita madeira foi combinado a uma grande parede de plantas no corredor principal do prédio, com iluminação natural proveniente de uma abertura na cobertura. O paisagismo é composto, ainda, por espécies que filtram o ar e que reduzem o uso de energia.

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jun/17

20

Nos dois últimos meses, uma pequena exposição em Nova York, na galeria de design R & Company, chamou atenção para o trabalho de Aly Tayar. O arquiteto de origem turca, que mantinha escritório em Manhattan desde 1993, faleceu prematuramente no ano passado, aos 57 anos, deixando uma obra exígua e muito consistente.

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Tayar foi pouco conhecido pelo grande público, mas aclamado entre seus colegas e clientes. Dentre seus principais projetos, estão um hotel, uma casa de campo e um barco (de aço carbono!) para um casal de fiéis clientes suíços. Em Nova York, desenhou galerias e restaurantes, como o Pop Burger e o hoje extinto Waterloo, projetou a renovação de apartamentos, entre eles uma cobertura no Soho e o seu próprio, no Rockfeller Apartments – joia da arquitetura moderna americana em Midtown. Tayar também foi professor da Parsons School of Design.

Seu estúdio chamava-se Parallel, uma referência à régua paralela, um dos principais instrumentos de desenho de arquitetos. Segundo o curador da exposição, Dung Ngo, o nome também manifesta o fato de que sua prática se deu em diversas escalas – objetos, componentes estruturais, mobiliário, interiores e edifícios –, de maneira concomitante, a partir de um léxico bem formado de princípios construtivos.

O foco da exposição da R & Company, intitulada “Systems and One-Offs”, foi a produção de menor escala: móveis, objetos e elementos da construção civil. Formado em engenharia em Stuttgart, na Alemanha, onde recebeu um ensinamento baseado em preceitos modernistas, com especial atenção a sistemas construtivos pré-fabricados, e posteriormente pós-graduado em arquitetura pelo prestigioso MIT (Massachussets Institute of Technology), Tayar chegou em Nova York no início dos anos 1990. Sem trabalho ou clientes, dedicava seu tempo à criação de conceitos estruturais que testava em móveis.

Um de seus primeiros desenhos, hoje integrante da coleção de design do MoMA, é a mesa de centro Calder. De inegável inventividade estrutural, a mesa é composta por cinco peças, quatro pés e o tampo, unidos apenas pela força da gravidade e por atrito, sem a necessidade de parafusos ou outras junções. O engenhoso desenho do pés, em metal fundido, contém um gancho em forma de chave inglesa no qual o tampo é encaixado. O simples peso e espessura da chapa definem a inclinação dos apoios, dando estabilidade ao conjunto.

Muito inspirado por arquitetos como o francês Jean Prouvé, principal nome da arquitetura pré-fabricada, e o suíço Fritz Haller, criador do famoso sistema de estantes e armários modulares da marca suíça USM, Tayar perseguiu a criação de componentes universais e padronizados que pudessem ser produzidos industrialmente, em grande quantidade. O gancho de estante Ellen, também na coleção do MoMA, é exemplar dessa vontade. Feito de alumínio extrudado, foi criado para o apartamento de uma cliente e posteriormente vendido em lojas de material de construção por cerca de 20 dólares a unidade.

O alumínio foi o material preferido de Tayar, fosse na forma de pequenas peças extrudadas ou em grandes chapas dobradas e/ou perfuradas. O painel Plaza, originalmente criado para a proteger a fachada de vidro de uma galeria, acabou por ser produzido por uma empresa de mobiliário americana. Modular e flexível, ele podia ser composto de acordo com o desejo do usuário, bastando fixar cada régua vertical individual com hastes de plástico. A mesma empresa editou um conjunto de cadeiras e bancos que usavam apenas dois tipos de componentes de alumínio, um para o assento e outro para o encosto, presos lateralmente por chapas de madeira compensada recortada. Esses móveis contém uma clara preocupação de Ali Tayar na racionalização e eficiência tanto do método produtivo quanto de embalagem e transporte.

A R & Company reuniu, além de exemplares do projetos já citados, peças únicas criadas pelo arquiteto para sua casa e seu escritório. Além do alumínio, aparecem materiais compostos, e é constante o uso do compensado de madeira moldado, em clara referência a outros dois ícones do design e da arquitetura do século 20, o finlandês Alvar Aalto e a dupla americana Charles e Ray Eames. O conjunto de peças demonstra não apenas a preocupação sistemática com respeito ao móvel industrial e modular, mas também uma grande liberdade expressiva do desenho. Essa aparente contradição foi sua assinatura, e é certamente o que torna seu trabalho relevante no contexto contemporâneo.

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Crédito imagens: Divulgação © Joe Kramm / R & Company

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maio/17

16

O projeto arquitetônico de uma residência é complexo, pois não engloba apenas questões técnicas, mas também estéticas e funcionais. E no que se refere a estes quesitos, planos que envolvem segurança, beleza, funcionalidade e desempenho térmico e acústico são primordiais.

Um dos pontos chave – relacionados a estes atributos – são as aberturas e esquadrias que o projeto receberá. Afinal, elas trazem a paisagem e a luz do exterior para o interior, e os isolam de tudo aquilo que não desejamos, criando uma barreira de proteção.

Inicialmente é necessário um estudo minucioso para o seu tamanho e posicionamento, de modo que haja o melhor aproveitamento da luz, circulação do ar e isolamento acústico e térmico da construção. O passo seguinte é a definição do modelo mais apropriado, pois atualmente são muitos os tipos de soluções que o mercado apresenta, e elas variam não somente em relação ao material, mas também nas possibilidades de tonalidades e acessórios. As esquadrias de alumínio, por exemplo, são modelos mais robustos e completos, que atendem aos requisitos mais complexos de uma construção.
Elas se apresentam como as mais eficientes energeticamente, uma vez que possibilitam uma melhor vedação do ambiente externo, além de promoverem mais segurança, menor riscos de infiltrações e isolamento térmico e acústico perfeitos!

Pensando nisso, as esquadrias Cinex Arch reúnem o melhor da arquitetura europeia na fabricação de janelas e aberturas. O objetivo é proporcionar projetos de beleza e modernidade incomparáveis! São esquadria tecnológicas, com a força do alumínio somadas à expertise dos vidros de segurança – esteticamente superleves e ao mesmo tempo robustas em termos de segurança.

As esquadrias Cinex Arch são concebidas seguindo rigorosos padrões europeus e possuem diversos atributos e pré-requisitos que conferem à marca status de referência no segmento. Confira alguns deles:

Câmara: o espaço entre os vidros cria uma sutil e eficiente proteção térmica dentro de casa. O frio e o calor, mesmo tendo um grande impacto fora, passam a não influenciar a temperatura de dentro. Este espaço pode ser preenchido com o gás argônio que traz ainda mais isolamento térmico e acústico para o projeto.

Liga de alumínio 6060: confere mais resistência à estrutura. O alumínio é uma das poucas composições metálicas com 100% de estabilidade ao longo do tempo, o que permite um projeto praticamente eterno.

Sistema de Thermal Break: uma barreira térmica interna nas molduras, composta por uma pequena peça de alta tecnologia que mantém as faces de alumínio do perfil isoladas uma da outra, mantendo uma temperatura estável internamente e evitando que a face de dentro receba o resfriamento ou o aquecimento vindos de fora. Isso evita a condensação do perfil e propicia um equilíbrio térmico interior.

Ferragens exclusivas: travas de abertura e maçanetas especiais são desenhadas para propiciar beleza, resistência e invulnerabilidade, tornando-se, assim, elementos de proteção dos ambientes.

Paleta de cores e acabamentos: as muitas cores e exclusivos padrões amadeirados são aplicados com tintas eletrostáticas (não poluentes) e se fundem ao alumínio através de altas temperaturas nos fornos de fusão. Ou seja, a pintura dos nossos alumínios não se alteram com o tempo.

Testes contínuos: as esquadrias Cinex Arch foram testadas exaustivamente por laboratórios europeus de simulação de eventos extremos. As nossas soluções são certificadas por normas europeias e promovem estanqueidade à água, permeabilidade de ar, resistência à cargas de vento, isolamento acústico e transmissão térmica.

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maio/17

2

Uma construção que lembra um barco a vela ou um imenso iceberg? Talvez uma nave espacial?
Bom, o que sabemos é que esta obra surpreende e embeleza ainda mais o Jardim d’Acclimatation de Paris. É Frank Gehry nos presenteando com mais este incrível projeto!
Trata-se de um conjunto de blocos brancos revestidos de painéis de concreto, cercado por doze imensas “velas” de vidro. As velas dão ao projeto a sua transparência e sentido de movimento, permitindo que a construção retrate a água, bosques e jardim.

Logo na entrada o visitante pode assistir a um vídeo que mostra o processo de construção do prédio, que levou 12 anos para ficar pronto. Já ao circular pelos espaços internos é possível apreciar obras de arte garimpadas e que se encaixam perfeitamente ao contexto. Grandíssimas esculturas encaixadas em salas de pé direito altíssimo, enquanto obras de contemplação mais íntima se espalham por salas menores. Em um dos ambientes, 43 colunas distribuídas em forma de prisma fazem infinitas projeções, num jogo divertido de reflexões.

O monograma na porta de entrada é um dos poucos indicativos do que se trata o local: a Fundação Louis Vuitton. Um posicionamento tão luxuoso quanto as peças e produtos da marca, não é verdade?

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abr/17

25

Uma região caracterizada pela presença de grandes corporações em Genebra é o cenário de uma obra que impressiona e encanta pela sua estrutura. O projeto busca promover uma conexão agradável entre o ambiente de trabalho e as características naturais do local.

Com fachada em vidro, a construção seguiu a premissa de sustentabilidade, por isso a fachada conta com um sistema de cortina que se adapta às mudanças climáticas externas. Devido a sua concepção, a luz natural nos espaços de trabalho é abundante além de oferecer um vista magnífica do lago da cidade e dos Alpes Suíços. Quem não gostaria de trabalhar em um local assim?

Outro ponto interessante da obra é a sua forma: devido ao terreno ser triangular, tudo foi meticulosamente pensado para aproveitar ao máximo o espaço. Pensando em aumentar a conexão entre o humano e a obra, elevações em alguns pontos da construção esculpem um pátio público que, ao mesmo tempo que inspira, facilita a movimentação dos pedestres ao centro de transporte local.

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jun/15

12

Na cidade de Roterdão, Holanda, o mercado aberto nunca mais será o mesmo. Isso porque o projeto do local, desenvolvido pelos arquitetos da MVRDV, além de oferecer espaço para 96 barracas para produtos frescos e 20 unidades para o varejo, foi desenhado em forma de arco gigante que contém diversos painéis de alumínio perfurados, onde foram impressos desenhos de artistas como Arno Coenen e Iris Roskam. Os painéis coloridos também têm uma proteção acústica para controlar o ruído interno.

O vidro também entrou no projeto fazendo o fechamento das extremidades do local, a fim de proteger as pessoas do tempo frio e úmido.

Além do mercado, o projeto conta com 228 apartamentos distribuídos nas laterais do teto abobadado e que possuem uma vista especial do interior do mercado.

No centro do edifício, uma escadaria com o nome de “The Time Stairs” oferece uma exposição permanente falando sobre a história dos alimentos e objetos que foram encontrados durante a escavação do local.

Além disso, há um estacionamento 24h por dia (no subsolo), com 4 andares e que oferece 1200 vagas.

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maio/15

26

Recentemente a empresa de construção de casas pré-moldadas de origem eslovena, a Riko, convocou Philippe Starck para criar uma linha de casas acessíveis, ecológicas e cujos materiais possam manter-se no tempo, com a mesma qualidade, durante gerações e gerações.

Adivinha quais materiais foram escolhidos para os projetos? Alumínio e vidro.

O sistema permite a montagem de até 34 diferentes modelos de casas que variam desde o número de andares e o tipo de fachada, até os acabamentos e as soluções de luz. O designer, nestes últimos anos de sua carreira, tem frisado a importância das propostas de design que ele qualifica de “honestas” ou como ele mesmo define, são feitas para melhorar a vida das pessoas, de verdade.

O projeto tem todo um compromisso com design ecológico que possibilita a integração com painéis solares e turbinas de vento, assim como também o recolhimento de água da chuva para reuso na casa. Telhados verdes são também uma opção que refresca e traz um conforto visual interessante.

Nós do Grupo Cinex também somos apaixonados pelos materiais escolhidos por Starck para este projeto leve, funcional e extremamente belo. E agora com nossas janelas Divelle, estaremos cada dia mais aptos a co-criar com nossos clientes casas e espaços protetores, ecologicamente corretos e aconchegantes.

Esta nova Coleção P.A.T.H., de Philippe Starck e da Riko, já é uma inspiração para projetos futuros!

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jan/15

30

Um armário que parece rocha… de alumínio!

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O que parece ser aquela popular pedra-pomes, na verdade é alumínio.

Através da injeção de gases no alumínio fundido, pequenas bolhas surgem em sua composição para dar este aspecto esponjoso. O material é utilizado para isolar o som em edifícios e também para absorver impacto em carros de luxo, além de ser superleve.

No caso de Azusa Murakami e Alexander Groves, do Studio Swine, utilizaram este produto para criar um armário totalmente inusitado que se inspira nas curvas naturais das montanhas chinesas e ainda com a textura da pedra-pomes, outro elemento natural. O armário pode ficar apoiado sobre uma base retangular ou cônica, ambas feitas de aço inoxidável com revestimento de titânio e ouro.

“Queríamos mostrar qualidades estéticas com os materiais de espuma de alumínio”, afirmou Groves. “É muito eficiente na criação de volume com muito pouco material e pode ser infinitamente reciclado”.

Para eles, a ideia central é valorizar o design irregular, mais natural, e ainda mostrar que, em uma peça que parece ser decorativa é possível ter um armário totalmente diferente e cheio de estilo.

“Há também uma agradável surpresa quando uma rocha pode abrir em uma peça de mobiliário.”

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jan/15

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A história da arquitetura registra a existência de janelas desde 4.000 A.C. na cidade de Persépolis, na Grécia antiga. Em Creta, lá pelo ano 1.000 A.C., os palácios já apresentavam janelas com caixilhos e folhas venezianas para fechamento.

Mas foram os romanos que inventaram as janelas com pedaços de vidro que deixavam entrar a luz, mas não o frio. Com a queda do Império Romano, foi somente na Idade Média que os europeus passaram a usar o vidro – em pequenos pedaços redondos e chamados de olho de boi – incrustados nas madeiras.

Na 2a metade do século XIX, os vidros ganham mais espaço nas janelas e o ferro passa a ser utilizado para a fabricação de caixilhos, folhas e outros acessórios nas janelas.

Na passagem para o século XX, com o movimento Art Nouveau (Arte Nova), as janelas ganham grandes elaborações em seus formatos e decorações. Realmente ficam muito elaboradas e contribuem bastante para trazer a decoração para as fachadas! A elaboração era o signo da Art-Nouveau.

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Depois disso, a indústria vidreira passa a poder fabricar vidros de maiores dimensões e de melhor qualidade, abrindo os espaços da casa para uma integração plena com a paisagem.

No mundo todo, nos anos 50, há a influência da arquitetura escandinava, onde a janela contém um só pano de vidro: quanto maior, melhor. É nessa época que se começa a utilizar o alumínio.

Vidro e alumínio são os grandes materiais do século XXI: com especial ênfase para as janelas!

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nov/14

25

O Grupo Cinex tem orgulho de apresentar uma nova empresa voltada para o setor da construção civil e moradias: Divelle.

Nascida na itália de nossas pesquisas em materiais e tecnologias, reúne o melhor da arquitetura europeia na fabricação de janelas e aberturas oferecendo esquadrias supertecnológicas e reforçadas de alumínio, somadas à expertise dos vidros de segurança.

Aberturas externas são uma escolha estratégica para qualquer ambiente, pois trazem a paisagem e a luz do mundo de fora e isolam nossos interiores de tudo aquilo que não desejamos, criando uma barreira de proteção. As janelas e aberturas Divelle proporcionam projetos de beleza e modernidade, são esteticamente superleves e ao mesmo tempo robustas em termos de segurança.

Nascidas do Lab – Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento, em Treviso, Itália, chegam ao Brasil para estabelecer um novo patamar de qualidade.

É com imensa satisfação que apresentamos Divelle em seus 5 novos modelos. Para projetos mais que especiais, seus projetos de vida.

Conheça mais em divelle.com.br

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nov/14

7

O mobiliário combinando alumínio e madeira. Essa é a proposta. Misturar o orgânico e natural da madeira ao tecnológico e resistente alumínio.

A arte do designer israelense Hilla Shamia mesclou dois elementos distintos em um produto com ar moderno e ao mesmo tempo aconchegante em um projeto chamado Wood Casting.

Em seu trabalho, ele preenche as lacunas deixadas pela madeira com alumínio, criando móveis com um design interessantíssimo! É como dizer que ele “intensifica a sensação artificial, e ao mesmo tempo mantém a memória do material”.

Veja mais em Wood Casting

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jul/14

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INCRÍVEL. Essa foi a palavra que encontramos para definir esta belíssima arte.

Criado por Pierre Gimbergues para a Peugeot Design Lab, o sofá tem 3 m de comprimento e é feito com materiais bem distintos, entre eles fibra de carbono e alumínio com madeira e um tipo de pedra formada por lava vulcânica.

Realmente, incrível!

Veja abaixo as fotos e o vídeo que mostram todo o desenvolvimento do projeto:

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[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=709HVP1MIIE[/youtube]

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abr/14

29

O designer norte-americano Jason Miller se inspirou na simplicidade para criar a linha de iluminação Modo. O artista utilizou como base cúpulas e acessórios metálicos de baixo custo. A coleção, peculiar e de extremo bom gosto, transmite contemporaneidade ao ambiente instalado e é fabricada pela marca Roll&Hill.

A estrutura é projetada em alumínio sólido e, personalizável, ou seja, permite sua montagem em várias configurações. A linha oferece desde luminárias de mesa (com uma lâmpada) até pendentes com 27 bulbos e ainda disponibiliza a parte metálica em preto, bronze, alumínio polido (ou níquel polido para a lâmpada de mesa) e latão escovado. Já as cúpulas vêm em vidro nas tonalidades transparente, fumê e branco leitoso. As peças da coleção possuem charmosas lâmpadas retrô.

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mar/14

7

A nossa experiência cotidiana na Cinex: nosso materiais centrais – o alumínio e o vidro – representam esse novo pensar. O alumínio é infinitamente reciclável e o Brasil é modelo mundial na reciclagem do alumínio. Temos orgulho em participar desse modelo bem-sucedido. O vidro, da mesma forma, é material que pode ser, dependendo de algumas condições, infinitamente reciclado. E aí vemos a expressão de uma nova tendência, que o século XXI vai evidenciar a inspiração nas leis da natureza para criarmos sistemas infinitos.

Assim como a natureza recicla seus materiais continuadamente, numa transformação infindável onde tudo se reaproveita, o vidro e o alumínio seguem esse círculo virtuoso do reaproveitamento. Esse pensamento que busca a eficiência ambiental, pauta também todas as nossas matérias-primas utilizadas na indústria: buscamos tintas que não poluem, colas solúveis em água, processos mais limpos e que gastem menos energia. Nossa missão na Cinex, nossa contribuição ao século XXI, é trazer essa realidade de sustentabilidade para a indústria. Pois a questão ambiental é chave nestes tempos. Para nos sentirmos melhor dentro de nossas casas temos que cuidar de nosso planeta casa.

Somos favoráveis a que todas as empresas se responsabilizem pelos materiais que colocam no mercado, num ciclo contínuo, desde sua produção limpa até os cuidados para que não virem lixo. A responsabilidade sobre toda a cadeia produtiva é também nossa. Essa será a exigência do consumidor do século XXI. Cada dia mais.

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