Grupo Cinex | Blog | Design com X | Design com X é o nome do nosso Blog, pois nós do Grupo Cinex acreditamos que design é o X da questão no mundo atual. Para nós tudo passa pelo design pois ele, por definição, busca o melhor desenho para tudo: móveis, objetos e até relações. Neste espaço buscamos mostrar as notícias e novidades que acontecem no mundo do design. Compartilhamos a pesquisa feita em todas as empresas do Grupo de modo a trazer para você nossa paixão pelo alumínio e pelo vidro, os materiais mais importantes nas nossas indústrias e materiais-chave para o século XXI por sua reciclabilidade e versatilidade. Design e Inovação nos movem. E é sobre isso que iremos falar aqui. Para que cada leitor do nosso blog possa, cada dia mais, criar seus ambientes de sonhos. Onde more a praticidade e a beleza. Onde mais do que estar, se possa bem-estar.

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TAG | arquitetura

jul/17

18

O escritório americano Skidmore, Owings & Merrill, conhecido pela sigla SOM, é responsável pelos projetos de alguns dos arranha-céus mais icônicos do planeta, como o Burj Khalifa, em Dubai, e o One World Trade Center, em Nova York. Nada menos que sete, dos vinte prédios mais altos do mundo, foram desenhados pelo escritório, fundado em 1936.

O vidro é o principal componente das fachadas destes edifícios que desafiam a prática de arquitetos e engenheiros. Esteticamente, o uso de enormes panos de vidro fornece a leveza necessária às essas altíssimas construções – já que o material combina transparência e reflexividade do céu e da cidade ao redor.

Em um novo projeto contratado pela prefeitura de Nova York, no entanto, o SOM teve que optar por um outro material para fachada. Por questões de segurança e eficiência, a sede para o call center de emergência, que reúne bombeiros, polícia e serviços médicos – com capacidade para receber impressionantes 50.00 ligações 911 por hora – deveria ser essencialmente um bunker. O PSAC II (Public Safety Answering Center), no Bronx, deveria estar preparado para situações da escala do 11 de Setembro ou do furacão Sandy de 2012. Desse modo, o novo projeto possui geradores de energia e suprimentos de água e alimentação que lhe permitem funcionar de forma autossuficiente por até 72 horas.

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O uso do alumínio em toda a superfície exterior foi o que permitiu que o edifício – com altura equivalente a 24 andares e área de 42 mil metros quadrados – se tornasse uma construção bela e discreta, apesar de seu tamanho considerável e das pouquíssimas janelas que possui. A aparência monolítica do cubo é quebrada por sequências verticais de painéis de alumínio reciclado, cujo acabamento escovado permite que o PSAC reflita suavemente o entorno, camuflando-se nele.

Se no exterior a intenção foi fazer o edifício parecer menor do que é, no interior os arquitetos buscaram o contrário. Os espaços internos são acolhedores para funcionários que trabalham longos e estressantes turnos atendendo às chamadas. O uso do branco e de muita madeira foi combinado a uma grande parede de plantas no corredor principal do prédio, com iluminação natural proveniente de uma abertura na cobertura. O paisagismo é composto, ainda, por espécies que filtram o ar e que reduzem o uso de energia.

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jun/17

28

Foi uma surpresa quando o Pritzker, o mais prestigioso prêmio da arquitetura internacional, anunciou o RCR Arquitectes como vencedor da edição 2017. O escritório do trio Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta, apesar de fundado há quase 30 anos, em 1988, era até então desconhecido no cenário global. Longe dos holofotes que iluminam os edifícios vistosos de “star architects” pelos quatro cantos do mundo, os projetos do RCR são discretos e tem vínculo estrito com sua região de origem, a província de Girona, no nordeste da Espanha.

A restrição geográfica de sua produção vai de encontro com uma das características que encantou o júri do prêmio, que analisa todo o conjunto da obra: a atenção dos arquitetos ao contexto de seus projetos. “A habilidade do RCR de se relacionar intensamente com o entorno do terreno é um testemunho de seu processo e de sua profunda integridade”, dizia o texto que anunciou os ganhadores.

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Essa arquitetura que pertence ao lugar é proveniente de um cuidadoso entendimento das questões culturais, históricas e geográficas de cada local que irá receber um novo edifício. É possível analisar uma série de projetos do RCR a partir desse ponto de vista, mas um deles chama especialmente a atenção pela sua combinação entre simplicidade e inventividade, no qual condições desafiadoras se tornaram aliadas do projeto.

Trata-se de uma casa, localizada na pequena cidade de Olot. O terreno possuía uma antiga construção, cuja fachada de pedras é tombada por órgãos públicos que, assim, mantém a originalidade da rua. Além da frente, estavam em boas condições os muros laterais, também de pedra, e o telhado de madeira. A partir desta casca pré-existente, o RCR optou por usar elementos que criassem contrastes entre o velho e o novo.

Concreto, vidro e aço galvanizado foram os materiais escolhidos. Em si, a textura e acabamento dos dois últimos são o oposto da rusticidade e da irregularidade dos muros antigos de pedras empilhadas. Vista do jardim, no lado oposto da fachada, grandes esquadrias deslizantes de vidro transparente, com perfis invisíveis, expõem o interior tal qual um palco de teatro.

Dali, é como se pudéssemos visualizar ao mesmo tempo todas as cenas da casa: o quarto que fica no andar mais baixo, semi-enterrado no solo; a cozinha e a sala de jantar no pavimento intermediário, de pé-direito duplo e uma última área social em uma plataforma solta neste vão. Tomando toda a altura do pé-direito, brises verticais de aço, que correm paralelos aos muros, lembram as coxias do palco, escondendo as escadas e os banheiros.

Ao respeitar a história sem ter medo de introduzir elementos contemporâneos, o RCR consegue um resultado harmônico e instigante. A justaposição entre passado e presente, bem como a paixão por tradição e inovação, são aspectos extremamente relevantes no mundo pasteurizado pela globalização, e certamente também contribuíram para a decisão dos jurados.

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Crédito imagens: Reprodução © Hisao Suzuki

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jun/17

6

O vínculo estrito da arquitetura com a engenharia caracteriza a obra do italiano Renzo Piano. Seus edifícios são consequência, em primeiro lugar, de complexas escolhas estruturais. O emaranhado de estruturas metálicas do Centro Pompidou, em Paris, visível devido ao uso de fechamentos de vidro transparente, é uma obra icônica da engenharia contemporânea. Piano era, à época do projeto realizado em parceria com o inglês Richard Rogers, um jovem arquiteto, e esse ousado edifício já expunha as diretrizes que marcariam sua trajetória.

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

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Metais e vidro, materiais que chegam ao canteiro de obra já manufaturados por indústrias especializadas, são os principais aliados do Renzo Piano Building Workshop, nome de seu escritório com base em Gênova, na pesquisa incessante de componentes estruturais inovadores. A lista de projetos que tem essa combinação como protagonista é extensa: vai do aeroporto de Kansai, em Osaka, com sua cobertura de película metálica reluzente, ao arranha-céu em forma de obelisco vítreo The Shard, em Londres; aos mais recentes Whitney Museum em Nova York, que combina panos de vidro opacos e transparentes conectados por tirantes metálicos delgados, à Fundação Pathé, em Paris, com seu manto anamórfico de escamas de alumínio perfurado, ou à Fundação Stavros Niarchos, em Atenas, a lembrar um templo grego moderno com uma fina cobertura suspensa sobre colunas de aço também muito esguias.

Comparado a tais projetos, o novo pavilhão da vinícola Château La Coste, em Aix-en-Provence, é modesto. No local, a produção de vinhos divide espaço com instalações e exposições de arte em espaços projetados por grandes arquitetos contemporâneos, espalhados por 200 hectares de campos de videiras. A construção foi erguida para expor fotografias do aclamado artista japonês Hiroshi Sugimoto, e tem meros 285 metros quadrados de área em único pavimento. Os grandes arquitetos, todavia, demonstram sua potência inventiva mesmo projetos de pequeno porte e programas simples.

Lá, a escolha inusitada do partido arquitetônico foi a de “enterrar” o edifício – o que faz sentido já que, além da sala de exposição, foram criadas duas caves para amadurecer alguns dos conhecidos rótulos da vinícola. Com início no nível do terreno, o percurso se desenvolve por uma extensa rampa contínua, que leva até cota mais baixa da escavação, a cerca de cinco metros subterrâneos. Na laterais contíguas ao declive, muros de concreto fazem a contenção da terra ao mesmo tempo que emolduram o espaço, tornando-se as paredes de exibição das fotografias da série Seascapes, a mais importante de Sugimoto.

A sala de exposição é amplamente iluminada por luz natural filtrada pela cobertura pelicular branca. Piano criou uma bela estrutura em forma de velas estendidas por hastes metálicas delicadas. Esse é o único elemento do projeto que fica visível à distância. Segundo o arquiteto, as velas ecoam o distribuição gráfica do campo de parreiras ao redor do pavilhão, inserindo-se com harmonia no terreno. Por meio de esquadrias de metal e vidro que tomam todo o pé-direito, a sala abre-se para um pátio e o percurso culmina em um espelho d’água.

O pavilhão recém-inaugurado une-se a obras de outros célebres arquitetos neste Inhotim francês, todos vencedores, como Renzo Piano, do prêmio Pritzker, o Nobel da arquitetura: Tadao Ando, Frank Gehry, Norman Foster, Richard Rogers e Jean Nouvel. Obras de artistas não menos célebres, como Louise Bourgeois, Anish Kapoor, Alexander Calder, Richard Serra e Lee Ufam, completam a experiência na encantadora região da Bouches-du-Rhône, onde desemboca o rio Reno.

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

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maio/17

23

Uma residência de 3000 m² localizada em Israel tem chamado a atenção de muitos arquitetos. Logo na entrada, vemos uma parede em madeira na entrada do terreno, que harmoniza com a vegetação e contrasta com o restante da composição em alvenaria. Mais para dentro, uma belíssima estrutura de vidro transparente compõem o cenário de um refúgio moderno e amplamente conectado com o espaço onde está inserido.

Esta é a Casa F, projeto do estúdio israelense Pitsou Kedem Architects, que trabalha os materiais naturais de forma a harmonizar sua fachada e interior com os ambientes, utilizando-se da madeira, do concreto e abundantemente do vidro. A construção é fechada, não sendo visível da rua, e vai se revelando conforme o visitante adentra pelo espaço e contempla sua geometria simples e minimalista. Os principais conceitos seguidos nesta execução foi que, tanto formas quanto materiais, fossem limpos e transparentes.

Dos pátios internos é possível ter uma visão completa da casa, uma experiência privada e íntima , privilégio reservado apenas a amigos e convidados. O design de interiores segue o mesmo conceito da arquitetura: pé direito duplo, vários espaços integrados e mobiliário assinado. Um verdadeiro luxo!

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maio/17

16

O projeto arquitetônico de uma residência é complexo, pois não engloba apenas questões técnicas, mas também estéticas e funcionais. E no que se refere a estes quesitos, planos que envolvem segurança, beleza, funcionalidade e desempenho térmico e acústico são primordiais.

Um dos pontos chave – relacionados a estes atributos – são as aberturas e esquadrias que o projeto receberá. Afinal, elas trazem a paisagem e a luz do exterior para o interior, e os isolam de tudo aquilo que não desejamos, criando uma barreira de proteção.

Inicialmente é necessário um estudo minucioso para o seu tamanho e posicionamento, de modo que haja o melhor aproveitamento da luz, circulação do ar e isolamento acústico e térmico da construção. O passo seguinte é a definição do modelo mais apropriado, pois atualmente são muitos os tipos de soluções que o mercado apresenta, e elas variam não somente em relação ao material, mas também nas possibilidades de tonalidades e acessórios. As esquadrias de alumínio, por exemplo, são modelos mais robustos e completos, que atendem aos requisitos mais complexos de uma construção.
Elas se apresentam como as mais eficientes energeticamente, uma vez que possibilitam uma melhor vedação do ambiente externo, além de promoverem mais segurança, menor riscos de infiltrações e isolamento térmico e acústico perfeitos!

Pensando nisso, as esquadrias Cinex Arch reúnem o melhor da arquitetura europeia na fabricação de janelas e aberturas. O objetivo é proporcionar projetos de beleza e modernidade incomparáveis! São esquadria tecnológicas, com a força do alumínio somadas à expertise dos vidros de segurança – esteticamente superleves e ao mesmo tempo robustas em termos de segurança.

As esquadrias Cinex Arch são concebidas seguindo rigorosos padrões europeus e possuem diversos atributos e pré-requisitos que conferem à marca status de referência no segmento. Confira alguns deles:

Câmara: o espaço entre os vidros cria uma sutil e eficiente proteção térmica dentro de casa. O frio e o calor, mesmo tendo um grande impacto fora, passam a não influenciar a temperatura de dentro. Este espaço pode ser preenchido com o gás argônio que traz ainda mais isolamento térmico e acústico para o projeto.

Liga de alumínio 6060: confere mais resistência à estrutura. O alumínio é uma das poucas composições metálicas com 100% de estabilidade ao longo do tempo, o que permite um projeto praticamente eterno.

Sistema de Thermal Break: uma barreira térmica interna nas molduras, composta por uma pequena peça de alta tecnologia que mantém as faces de alumínio do perfil isoladas uma da outra, mantendo uma temperatura estável internamente e evitando que a face de dentro receba o resfriamento ou o aquecimento vindos de fora. Isso evita a condensação do perfil e propicia um equilíbrio térmico interior.

Ferragens exclusivas: travas de abertura e maçanetas especiais são desenhadas para propiciar beleza, resistência e invulnerabilidade, tornando-se, assim, elementos de proteção dos ambientes.

Paleta de cores e acabamentos: as muitas cores e exclusivos padrões amadeirados são aplicados com tintas eletrostáticas (não poluentes) e se fundem ao alumínio através de altas temperaturas nos fornos de fusão. Ou seja, a pintura dos nossos alumínios não se alteram com o tempo.

Testes contínuos: as esquadrias Cinex Arch foram testadas exaustivamente por laboratórios europeus de simulação de eventos extremos. As nossas soluções são certificadas por normas europeias e promovem estanqueidade à água, permeabilidade de ar, resistência à cargas de vento, isolamento acústico e transmissão térmica.

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maio/17

2

Uma construção que lembra um barco a vela ou um imenso iceberg? Talvez uma nave espacial?
Bom, o que sabemos é que esta obra surpreende e embeleza ainda mais o Jardim d’Acclimatation de Paris. É Frank Gehry nos presenteando com mais este incrível projeto!
Trata-se de um conjunto de blocos brancos revestidos de painéis de concreto, cercado por doze imensas “velas” de vidro. As velas dão ao projeto a sua transparência e sentido de movimento, permitindo que a construção retrate a água, bosques e jardim.

Logo na entrada o visitante pode assistir a um vídeo que mostra o processo de construção do prédio, que levou 12 anos para ficar pronto. Já ao circular pelos espaços internos é possível apreciar obras de arte garimpadas e que se encaixam perfeitamente ao contexto. Grandíssimas esculturas encaixadas em salas de pé direito altíssimo, enquanto obras de contemplação mais íntima se espalham por salas menores. Em um dos ambientes, 43 colunas distribuídas em forma de prisma fazem infinitas projeções, num jogo divertido de reflexões.

O monograma na porta de entrada é um dos poucos indicativos do que se trata o local: a Fundação Louis Vuitton. Um posicionamento tão luxuoso quanto as peças e produtos da marca, não é verdade?

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abr/17

25

Uma região caracterizada pela presença de grandes corporações em Genebra é o cenário de uma obra que impressiona e encanta pela sua estrutura. O projeto busca promover uma conexão agradável entre o ambiente de trabalho e as características naturais do local.

Com fachada em vidro, a construção seguiu a premissa de sustentabilidade, por isso a fachada conta com um sistema de cortina que se adapta às mudanças climáticas externas. Devido a sua concepção, a luz natural nos espaços de trabalho é abundante além de oferecer um vista magnífica do lago da cidade e dos Alpes Suíços. Quem não gostaria de trabalhar em um local assim?

Outro ponto interessante da obra é a sua forma: devido ao terreno ser triangular, tudo foi meticulosamente pensado para aproveitar ao máximo o espaço. Pensando em aumentar a conexão entre o humano e a obra, elevações em alguns pontos da construção esculpem um pátio público que, ao mesmo tempo que inspira, facilita a movimentação dos pedestres ao centro de transporte local.

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fev/17

28

Linhas fluídas quebram a rigidez das formas

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Baku, capital do Azerbaijão, recebeu uma obra icônica assinada por Zaha Hadid, um dos principais expoentes da arquitetura moderna. O Centro Cultural Heydar Aliyev impressiona por suas formas. E que formas! Ondulações, dobras, inflexões e bifurcações, além de uma superfície de aparência homogênea e contínua, que apresenta diferentes lógicas de construção e sistemas técnicos. Para a composição da obra foram escolhidos o concreto reforçado com fibra de vidro e o poliéster reforçado, também, com fibra de vidro. Este material também foi amplamente utilizado nas paredes, com imensos vãos que permitem uma comunicação ampla e direta do interior com o exterior. O projeto foi desenvolvido após intensa pesquisa da geografia e da cultura local, com o intuito de apresentar um projeto com características de organismo vivo, capaz der atender as necessidades das pessoas, além de enfatizar as transformações contínuas, a forma e o movimento implícito, além da sua geometria fluida. Mais do que falar sobre, vale a pena a contemplação de alguns ângulos dessa imponente construção.

 

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fev/17

21

Localizada em uma ladeira sobre as colinas de Medellín, na Colômbia, a Casa de Ar & Vidro, projetada pelo escritório López Montoya Arquitectos, consiste em dois prismas retangulares precisos, frisados por uma ponte de vidro que os articula em torno de um pátio verde retangular e um sereno espelho d’água. O charme dessa construção, além da inóspita paisagem onde está inserida, é a sua simplicidade de formas e materiais. Apesar de se apresentar como um exemplo singular da arquitetura minimalista e conceitual, a Casa de Ar & Vidro se constitui em concreto branco aparente, madeira e vidro (muito vidro!), que permite uma perfeita integração entre os espaços internos, além da possibilidade de desfrutar da vista que, diga-se de passagem, é deslumbrante em todos os ângulos!

 

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jan/17

31

Só poderia ser na China mesmo! Uma ponte de vidro com 430 metros de comprimento, projetada pelo arquiteto Haim Dotan e construída através de um cânion do Parque Nacional Chinês, a Zhangjiajie Grand Canion Glass Bridge possui painéis de vidro que permitem a vista da garganta que fica abaixo. Incrível não é mesmo?

Com a proposta de ser a mais longa e alta ponte de vidro do mundo, ela é composta por cabos de aço que suportam as placas de vidro, suspensos 300 metros acima do solo, que tendem a conferir um aspecto de invisibilidade à ela. Segundo seu criador, a ponte branca foi projetada para desaparecer nas nuvens.
Com certeza uma atração turística tão peculiar quanto o restante da cultura Chinesa.

 

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jan/17

6

Moderna e transparente

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O escritório Neumann Mendro Andrulaitis projetou uma casa contemporânea, localizada no topo de uma encosta em Carpinteria, na Califórnia.

O telhado plano e o uso ergométrico do vidro norteiam a pegada modernista deste projeto residencial. A casa foi erguida ao redor de belas árvores com aparência disforme, toda transparente e com detalhes em madeira. O uso extensivo de blocos de arenito auxiliam na harmonização com a transparência da fachada.

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fev/16

5

Por Clarissa Schneider | Editora chefe da revista Bamboo – bamboonet.com

A ilha Manhausen faz parte do arquipélago Steigen, na costa norte da Noruega. A posição entre montanhas foi a inspiração para a criação de um resort de chalés para turismo de aventura, focando em atividades como caça de águias, pesca e escalada.

O projeto, de Snorre Stinessen, leva em conta a topografia da ilha e as duas construções pré-existentes: uma antiga casa de fazenda do século 18 e o cais de pedra. Como a casa fica na única parte plana, os chalés foram todos posicionados sobre as rochas, parcialmente flutuando sobre o mar. A orientação garante vistas panorâmicas individuais e privacidade para os proprietários.

Os chalés foram desenhados para ter o menor impacto possível ao meio ambiente. Por isso, a matéria-prima escolhida foi a madeira. Foram usadas duas camadas, levando em conta que a externa se diferenciará com o passar do tempo, se tornando naturalmente acinzentada.

No entanto, o principal material do projeto é o vidro. É ele que permite avistar de dentro dos chalés a natureza, mesmo que os ventos lá fora sejam extremos – o que costuma acontecer. “As unidades foram pensadas para oferecer abrigo e conforto e, ao mesmo tempo, valorizar a paisagem dramática: o mar, as pedras, a iluminação natural, as condições climáticas e a passagem das estações”, diz Stinessen.

No interior, há apenas o mínimo necessário para acomodar um ou dois casais, ou até uma família de cinco pessoas. Por se tratar de chalés de férias, há bastante espaço para malas. Além disso, um banheiro confortável e cozinha. Não há sala: a cama principal ocupa o cômodo central, permitindo que os proprietários nem precisem se levantar para experimentar, ainda que apenas visualmente, os belos elementos externos.

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nov/15

25

Por Clarissa Schneider | Editora chefe da revista Bamboo – bamboonet.com

O escritório de arquitetura DO Archtects projetou uma pequena vila de casas sustentáveis na margem do Mar Báltico, em Svencelé, Lituânia – inspirados na cultura de jardins coletivos, que eram muito populares da Europa durante o período da União Soviética. O conceito repete um modelo que tem se popularizado em todo o mundo com residências menores, ideais para abrigar confortavelmente até duas pessoas.

O nome do projeto, Rolling Houses, é devido as casas terem formatos de tubo. As laterais são fechadas e envoltas em madeira, enquanto as faces frontal e traseira são inteiramente de vidro. Esse modelo maximiza a proximidade entre o morador e a natureza e também torna a residência mais eficiente.

Por ter as fachadas feitas de vidro transparente, as casas aproveitam ao máximo a luminosidade natural, reduzindo os gastos com iluminação, enquanto as paredes laterais garantem a privacidade entre os vizinhos.

O complexo conta com 12 residências iguais. Cada casa possui 101 metros quadrados, divididos em três andares. Design moderno e sofisticado, pensando em favor do meio ambiente.

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nov/15

20

Além de deixar a luz natural entrar, as janelas também assumem um importante papel – ornamentar as construções. Foi pensando nisso, que o fotógrafo português André Gonçalves criou a série fotográfica Windows of the World, que mostra as peculiaridades desse detalhe arquitetônico em diversas partes do mundo.

Seu olhar curioso, se auto desafiou a analisar como as estruturas das casas e as janelas mudam de região para região. “Há uma enorme evolução em relação às suas primeiras versões: buracos simples nas paredes”, conta o artista.

A coleção de janelas feita pelo fotógrafo começou em seu país de origem e segue crescendo. Para acompanhar seu trabalho acesse o site oficial.

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Burano (Ilha em Veneza, Itália)

Évora (Cidade, Portugal)

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Veneza (Cidade, Itália)

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Ericeira, Portugal

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nov/15

13

Que somos apaixonados por vidros, isso vocês já sabem, mas agora o que está ganhando o nosso coração são as esquadrias. O projeto do arquiteto Aldana Ferrer Garcia dá aos apartamentos apertados a chance de se espalhar além das paredes, fundindo uma janela a um lounge e uma clarabóia, proporcionando luz natural e novos ângulos ao usuário.

Imaginem poder observar as estrelas em uma linda noite… Ou ler um bom livro deitado sob os raios do sol! Deve ser uma sensação maravilhosa!

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Em nosso site da Divelle você pode acompanhar todas as nossas soluções em esquadrias e escolher o que há de melhor para a sua casa. Acesse: divelle.com.br

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