Grupo Cinex | Blog | Design com X | Design com X é o nome do nosso Blog, pois nós do Grupo Cinex acreditamos que design é o X da questão no mundo atual. Para nós tudo passa pelo design pois ele, por definição, busca o melhor desenho para tudo: móveis, objetos e até relações. Neste espaço buscamos mostrar as notícias e novidades que acontecem no mundo do design. Compartilhamos a pesquisa feita em todas as empresas do Grupo de modo a trazer para você nossa paixão pelo alumínio e pelo vidro, os materiais mais importantes nas nossas indústrias e materiais-chave para o século XXI por sua reciclabilidade e versatilidade. Design e Inovação nos movem. E é sobre isso que iremos falar aqui. Para que cada leitor do nosso blog possa, cada dia mais, criar seus ambientes de sonhos. Onde more a praticidade e a beleza. Onde mais do que estar, se possa bem-estar.

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TAG | design

ago/17

10

Elon Musk, fundador da Tesla, é um cara ambicioso – talvez o mais ambicioso que o mundo conhece na atualidade. Com o desenvolvimento do ITS (Interplanetary Transport System), da sua empresa SpaceX, ele pretende tornar viagens para marte um sonho possível para as próximas gerações – e, porque não, também a colonização do planeta vizinho.

Aqui na Terra, Musk já chacoalhou o mercado tecnológico ao criar carros elétricos tão – ou mais – performáticos e seguros quanto os tradicionais movidos a combustão. As baterias capazes de armazenar energia suficiente para muitas horas de estrada evoluíram, em 2015, para a Tesla Powerwall, destinadas à utilização em casa ou no trabalho que, abastecidas por placas solares, são capazes de armazenar energia suficiente para as tarefas cotidianas.

Recentemente, a Tesla deu mais um passo na aspiração de um planeta livre da dependência em combustíveis fósseis ou em energia atômica: o Solar Roof.

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A ideia por trás desse produto, tido por Elon Musk como tão revolucionário quanto tudo que a Tesla criou até hoje, é puro pensamento de design: melhorar o desempenho de painéis solares ao torná-los mais atraentes. Ao invés de grandes placas feiosas sobre a cobertura usual de uma casa, no Solar Roof as próprias telhas são capazes de captar a luz do sol.

Assim como os carros Tesla, cujo visual pouco se diferencia de automóveis pré-existentes, o telhado solar mimetiza quatro tipos de telhas tradicionais. O resultado é que as construções que utilizam Solar Roof ficam praticamente indistinguíveis de outras que não utilizam, de qualquer ângulo de visão. Afinal, as melhores tecnologias são aquelas invisíveis: o futuro sem feições de futurismo!

O vidro é o material que torna isso possível. Células solares discretas são embutidas sob a superfície das pequenas telhas de vidro, permitindo que a luz passe através delas, mesmo com cores, texturas e formatos diferentes. Feitas de quartzo, são altamente resistentes a impactos, além de duradouras, ou praticamente “infinitas”, segundo Elon Musk. O Solar Roof possui garantia de 30 anos de perfeito funcionamento da captação da luz solar.

 Os modelos foram lançados no ano passado, e dois deles já encontram-se disponíveis para encomenda. No site da Tesla, é possível calcular o custo por metragem e verificar o retorno do investimento com o passar dos anos. Segundo uma matéria recente no site Bloomberg, o modelo se mostra mais barato do que o esperado quando o anúncio foi feito, em outubro de 2016. Apesar de cerca de quatro vezes mais custoso que os telhado normais, o valor é mais atraente que o de painéis solares existentes hoje. Segundo a calculadora, $ 50.000,00 fornecerão $ 64.000,00 de energia em 30 anos.

A energia coletada pelo Solar Roof é armazenada por baterias Powerwall e fica, dessa forma, disponível para utilização a qualquer momento. Para Musk, o telhado solar é a grande unificação das ambições de energia limpa da Tesla, combinando captação solar, baterias e carros elétricos. “Esses são realmente os três pilares para um futuro de energia sustentável”, disse ele. “A energia solar vai direto para a bateria estacionária, para que você esteja abastecido durante o dia e a noite, e ainda carregue o seu veículo elétrico. É possível escalar isso para toda a demanda do mundo”, finalizou o inventor.

Imagens: Divulgação Tesla

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ago/17

7

Quando estava em seu primeiro ano de faculdade de arquitetura, Jim Olson recebeu uma proposta tentadora. Seu pai lhe ofereceu 500 dólares e lhe pediu que, com o dinheiro, construísse uma cabana em um idílico terreno próximo a Seattle, que pertencia à sua família.

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A propriedade, à margem do estuário Puget Sound, fora adquirida pelo avô do arquiteto em 1912. Mantinha intacta sua floresta de plantas nativas de Washington, estado no extremo noroeste dos Estados Unidos, com diversas espécies de pinheiros e cedros. Olson construiu uma cabana de meros 14 x 14 pés (cerca de 20 m²), em meio a uma clareira, usando materiais simples pré-fabricados, como chapas de alumínio e de madeira. Um perfeito refúgio para estar imerso na natureza.

Por 20 anos a casinha erguida em 1959 permaneceu igual. A primeira expansão ocorreu em 1981, quando foram adicionados mais dois pequenos pavilhões ligados por um deque, totalizando um quarto, uma cozinha e um banheiro. Outras modificações foram feitas em 1997, 2003, 2014 e este ano, com a criação de vários quartos e uma ampla sala emoldurada por um grande parede de vidro, além de um único telhado unificando os volumes.

A casa foi, assim, acompanhando as mudanças na vida de Olson: primeiro um local rústico para estar com amigos, depois para levar sua jovem família, e agora “um lugar quieto para a contemplação e para o trabalho criativo, e um espaço confortável que pode receber netos e a família expandida”. A única coisa que não mudou é a reverência do arquiteto pela natureza e sua admiração pela beleza circundante.

Nesse processo, os elementos originais foram preservados, integrando-se às novidades e revelando o processo de transformação da casa. Colunas e vigas foram feitas com madeira e aço, os fechamentos receberam compensados de pinus ou chapas de alumínio, o piso combina cimento queimado e ripas de madeira do terreno. Por fim, grandes extensões de vidro oferecem vistas “full frame” do terreno cênico e do estuário à frente. As cores e texturas, amaciadas ao longo do tempo, fazem com que a construção, hoje com 220 m², se funda discretamente à floresta. Os vidros refletem poeticamente a mudança da natureza e dos matizes do céu ao longo das quatro estações do ano.

Olson já declarou que o pedido do pai talvez tenha sido a maior oportunidade da sua vida. Seu escritório, fundado em 1966 com Tom Kundig, é um dos mais importantes dos EUA, e têm entre seus projetos conhecidos justamente espetaculares cabanas em locais idílicos. Trabalhando com materiais industriais como aço e chapas e madeira e vidro, o Olson Kundig é sinônimo de casas de desenho geométrico e estilo industrial imersas na paisagem natural. Para todos esses projetos vale a mesma declaração do arquiteto em relação ao refúgio do Puget Sound: “Estar naquela casa, observando o entorno, sempre me traz de volta a perspectiva de que nós, humanos, somos parte da natureza. Ela é onde tudo começa e tudo termina”.

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jun/17

20

Nos dois últimos meses, uma pequena exposição em Nova York, na galeria de design R & Company, chamou atenção para o trabalho de Aly Tayar. O arquiteto de origem turca, que mantinha escritório em Manhattan desde 1993, faleceu prematuramente no ano passado, aos 57 anos, deixando uma obra exígua e muito consistente.

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Tayar foi pouco conhecido pelo grande público, mas aclamado entre seus colegas e clientes. Dentre seus principais projetos, estão um hotel, uma casa de campo e um barco (de aço carbono!) para um casal de fiéis clientes suíços. Em Nova York, desenhou galerias e restaurantes, como o Pop Burger e o hoje extinto Waterloo, projetou a renovação de apartamentos, entre eles uma cobertura no Soho e o seu próprio, no Rockfeller Apartments – joia da arquitetura moderna americana em Midtown. Tayar também foi professor da Parsons School of Design.

Seu estúdio chamava-se Parallel, uma referência à régua paralela, um dos principais instrumentos de desenho de arquitetos. Segundo o curador da exposição, Dung Ngo, o nome também manifesta o fato de que sua prática se deu em diversas escalas – objetos, componentes estruturais, mobiliário, interiores e edifícios –, de maneira concomitante, a partir de um léxico bem formado de princípios construtivos.

O foco da exposição da R & Company, intitulada “Systems and One-Offs”, foi a produção de menor escala: móveis, objetos e elementos da construção civil. Formado em engenharia em Stuttgart, na Alemanha, onde recebeu um ensinamento baseado em preceitos modernistas, com especial atenção a sistemas construtivos pré-fabricados, e posteriormente pós-graduado em arquitetura pelo prestigioso MIT (Massachussets Institute of Technology), Tayar chegou em Nova York no início dos anos 1990. Sem trabalho ou clientes, dedicava seu tempo à criação de conceitos estruturais que testava em móveis.

Um de seus primeiros desenhos, hoje integrante da coleção de design do MoMA, é a mesa de centro Calder. De inegável inventividade estrutural, a mesa é composta por cinco peças, quatro pés e o tampo, unidos apenas pela força da gravidade e por atrito, sem a necessidade de parafusos ou outras junções. O engenhoso desenho do pés, em metal fundido, contém um gancho em forma de chave inglesa no qual o tampo é encaixado. O simples peso e espessura da chapa definem a inclinação dos apoios, dando estabilidade ao conjunto.

Muito inspirado por arquitetos como o francês Jean Prouvé, principal nome da arquitetura pré-fabricada, e o suíço Fritz Haller, criador do famoso sistema de estantes e armários modulares da marca suíça USM, Tayar perseguiu a criação de componentes universais e padronizados que pudessem ser produzidos industrialmente, em grande quantidade. O gancho de estante Ellen, também na coleção do MoMA, é exemplar dessa vontade. Feito de alumínio extrudado, foi criado para o apartamento de uma cliente e posteriormente vendido em lojas de material de construção por cerca de 20 dólares a unidade.

O alumínio foi o material preferido de Tayar, fosse na forma de pequenas peças extrudadas ou em grandes chapas dobradas e/ou perfuradas. O painel Plaza, originalmente criado para a proteger a fachada de vidro de uma galeria, acabou por ser produzido por uma empresa de mobiliário americana. Modular e flexível, ele podia ser composto de acordo com o desejo do usuário, bastando fixar cada régua vertical individual com hastes de plástico. A mesma empresa editou um conjunto de cadeiras e bancos que usavam apenas dois tipos de componentes de alumínio, um para o assento e outro para o encosto, presos lateralmente por chapas de madeira compensada recortada. Esses móveis contém uma clara preocupação de Ali Tayar na racionalização e eficiência tanto do método produtivo quanto de embalagem e transporte.

A R & Company reuniu, além de exemplares do projetos já citados, peças únicas criadas pelo arquiteto para sua casa e seu escritório. Além do alumínio, aparecem materiais compostos, e é constante o uso do compensado de madeira moldado, em clara referência a outros dois ícones do design e da arquitetura do século 20, o finlandês Alvar Aalto e a dupla americana Charles e Ray Eames. O conjunto de peças demonstra não apenas a preocupação sistemática com respeito ao móvel industrial e modular, mas também uma grande liberdade expressiva do desenho. Essa aparente contradição foi sua assinatura, e é certamente o que torna seu trabalho relevante no contexto contemporâneo.

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Crédito imagens: Divulgação © Joe Kramm / R & Company

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jun/17

13

Não é tarefa fácil estar informado sobre todos os projetos que brotam das cabeças criativas que formam o estúdio Nendo, capitaneado pelo designer japonês Oki Sato e baseado entre Tóquio e Milão. Apenas nos primeiros meses de 2017, foram 20 contratos, que geraram coleções de móveis, exposições e espaços.

Em tamanho volume de projetos tão variados, os melhores costumam ser os que contêm a fina combinação entre simplicidade e subversão que caracteriza a prática do Nendo, e que o tornou um dos mais desejáveis estúdios de design do mundo.

A linguagem visual do design de Oki Sato valoriza o vazio e o uso do número mínimo de elementos diferentes – sejam materiais, formas ou cores (em geral apenas o branco e o preto). É uma ode à tradição estética japonesa, revisitada de maneira surpreendente, pois transforma a simplicidade em estratégia para mostrar um novo olhar sobre as coisas conhecidas.

Vamos a um exemplo recente: a coleção de móveis criada para a exposição “Home Living Boundless Design” (“Design sem limites para a casa”), em Hanghzou, China, a pedido da fabricante de mobiliário Kuka. À primeira vista, o conjunto formado por cadeiras, poltronas, mesinhas e estantes causa estranheza pela quase invisibilidade. Apenas dois materiais são utilizados: metal pintado de branco e folhas transparentes de polipropileno. Enquanto o metal cria a delicada estrutura dos móveis, as folhas plásticas são utilizadas como suas superfícies (assento, encosto, prateleira, tampo).

A Kuka é uma fábrica tradicional chinesa de móveis estofados, o que levou o Nendo a focar “os valores intrínsecos do conforto”. Justamente porque o conforto nos faz pensar em materiais macios, como os diversos tipos de espumas, enchimentos de pluma e de algodão, a ideia foi usar materiais que não se associam a esse adjetivo.

É a maneira como os elementos são empregados que faz a diferença. Como explicam os designers, as folhas de polipropileno, de 1.5 milímetro de espessura, podem adquirir diferentes níveis de maciez dependendo da distância entre as lâminas e de como são curvadas. Quanto maior o ângulo de curvatura e menor a distância entre as folhas, mais rígida e forte é a superfície. Quanto menor o ângulo e maior a distância, mais macia ela será. Observando a poltrona, por exemplo, vemos que os pontos de contato com o corpo humano têm a característica mais macia, enquanto as junções das folhas na estrutura são mais rígidas, dando suporte ao móvel.

Esse projeto, que desafia paradigmas, é uma forma de tornar os usuários mais conscientes em relação aos objetos que nos cercam e que nos são úteis. Além de proporcionar um conforto surpreendente, os móveis expõem aquilo que normalmente estaria escondido em seu interior.

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mar/17

15

Quem esteve em São Paulo na semana passada pode conhecer um pouco mais sobre a qualidade e a inovação dos produtos Cinex, agora aplicadas em sofisticados revestimentos de parede. O espaço Cinex Arch refletiu nossa paixão pelo design, pelo alumínio e vidro! Agora, este é o momento de mostrar para você um pouco do que apresentamos por lá:

Nossa belas portas foram um destaque a parte, exibindo o design e a qualidade Cinex que você já conhece. A porta Alpina Ritz, com Marco Minimal, toda em alumínio e vidro Panna trouxe sofisticação e traduz a versatilidade dos produtos Cinex, fazendo com que esta porta se adapte a diversos ambientes. A conhecida porta Feltre estava toda azul, em um belíssimo vidro Blu Notte, com marco Slim e fechadura magnética.

Durante a nossa permanência na feira quisemos mostrar a grandeza e a imponência dos produtos Cinex, por isso instalamos uma porta Ampezzo Sopra Luce com incríveis 3.4 m de altura! A cor escolhida foi Londra para o acabamento e Refletente Chiaro duplo para o vidro.

A Stampa Carrara foi selecionada para revestir o stand Cinex e chamou a atenção de muitos visitantes. Este produto é uma inspiração dos Alpes Apuanos (Itália), com efeitos de mármore (branco com leves veios de cinza). Na entrada, um admirável móvel revestido em vidro trouxe um preto profundo, desenhado por veios cristalizados em tons de areia e branco. A exclusiva tecnologia de fixação e variação de estampas atraiu os olhares de quem esteve por lá.

A Expo Revestir 2017 também foi um importante marco para nós: apresentamos oficialmente nosso novo logotipo, reestilizado e que, acima de tudo, traduz o nosso sentimento de se reinventar todos os dias. Uma constante busca pela inovação!

Encante-se com algumas fotos do nosso espaço:

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nov/15

25

Por Clarissa Schneider | Editora chefe da revista Bamboo – bamboonet.com

O escritório de arquitetura DO Archtects projetou uma pequena vila de casas sustentáveis na margem do Mar Báltico, em Svencelé, Lituânia – inspirados na cultura de jardins coletivos, que eram muito populares da Europa durante o período da União Soviética. O conceito repete um modelo que tem se popularizado em todo o mundo com residências menores, ideais para abrigar confortavelmente até duas pessoas.

O nome do projeto, Rolling Houses, é devido as casas terem formatos de tubo. As laterais são fechadas e envoltas em madeira, enquanto as faces frontal e traseira são inteiramente de vidro. Esse modelo maximiza a proximidade entre o morador e a natureza e também torna a residência mais eficiente.

Por ter as fachadas feitas de vidro transparente, as casas aproveitam ao máximo a luminosidade natural, reduzindo os gastos com iluminação, enquanto as paredes laterais garantem a privacidade entre os vizinhos.

O complexo conta com 12 residências iguais. Cada casa possui 101 metros quadrados, divididos em três andares. Design moderno e sofisticado, pensando em favor do meio ambiente.

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out/15

16

Um temporal interativo na sua casa

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Desenhista, curioso e criativo, Richard Clarkson mostra ao mundo uma de suas criações mais inovadoras, o Cloud, uma luz interativa em forma de uma nuvem que simula uma tempestade, tanto em luz como em som, ativada a partir de um controle remoto ou por sensores de movimento.

Usando esses sensores ela detecta a presença de um usuário e cria um espetáculo de relâmpagos e trovões único. Seu sistema possui um poderoso alto-falante, a partir do qual o usuário pode fazer streaming de músicas através de qualquer dispositivo compatível com Bluetooth. As luzes mudam de cor e adaptam-se iluminação e a luminosidade do ambiente.

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Assista ao vídeo clicando aqui para ver como ela funciona.

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out/15

9

Inspirado nos movimentos do mar e nos animais que nele vivem, o artista K. William LeQuier transfere essa inspiração para suas esculturas feitas através do processo de jateamento de areia, que cria texturas semelhantes a erosão.

As formas lembrar ondas, ouriços do mar, esponjas, anêmonas e outros animais que vivem nas profundezas do mar.

O mais interessante é a composição em camadas das esculturas, uma complexidade imensa, que pode ser facilmente vista nas imagens abaixo.

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out/15

7

A exposição Raindrop, feita pelo artista Stacee Kalmanovsky de Chicago, reproduz a chuva com pequenas gotas de vidro, que ficam suspensas no ambiente.

O artista encontrou um local perfeito para instalar seu projeto, logo abaixo das luzes do céu, onde os raios do sol brilham entre as gotas da chuva e refletem nas paredes e no chão.

O resultado é simplesmente lindo!

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out/15

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A combinação de múltiplas técnicas, garantem essas belíssimas peças criadas pelo artistas Stephan Cox, em seu atelier rural na Florida, EUA.

Suas obras se caracterizam por formas elaboradas, cores vivas e contrastantes, feitas em vidro soprado, elas se assemelham a plantas, insetos, animais exóticos  marinhos.

O Artista molda o vidro ainda quente e após leva as peças ao seu estúdio, aonde dá o toque final à obra. “A fluidez do vidro fundido o torna um material difícil de ser trabalhado”, comenta Cox. E acrescenta: “A possibilidade de captar o momento exato em que o vidro se solidifica é o que mais me atrai no trabalho.”

Com 35 anos de experiência  ele afirma: ” Além da água, nada é capaz de refletir, retratar e coletar luz como o vidro.”

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set/15

25

Por Clarissa Schneider | Editora chefe da revista Bamboo – bamboonet.com

A proximidade do mar, o sol intenso e as correntes de vento da costa norte da ilha de Terschelling, no Mar do Norte, foram determinantes para o desenho da Dune House. Parcialmente ‘afundada’ nas dunas, a casa se eleva do solo como um objeto arquitetônico peculiar: um diamante de madeira que revela formas inusitadas de diferentes ângulos. “É quase como se as forças da natureza tivessem literalmente esculpido a casa”, diz o arquiteto holandês Marc Koehler, autor do projeto.

O interior lembra um loft. O arquiteto queria recriar a experiência de caminhar nas dunas do lado de dentro, por isso todos os espaços são conectados, diferenciados por alturas diferentes. Cada ambiente fica sobre uma plataforma, separado do outro por apenas alguns degraus, sem paredes. “Chamo de passeio arquitetônico, subindo como um espiral”, brinca Koehler.

A integração de ambientes também favorece a interação com a paisagem, já que revela um fragmento diferente da vista. Cada faceta da casa ganhou forma, tamanho e posição específicos, pensados para trazer o exterior para dentro, sempre relacionado à função de cada espaço. Vigas e pérgolas foram posicionadas em pontos estratégicos para filtrar ou bloquear a luz do sol em locais mais privados, enquanto as janelas foram desenhadas para aproveitar ao máximo as vistas. A volumetria tem aerodinâmica para permitir que os ventos dominantes fluam naturalmente em volta da construção.

Koehler chama o processo de criação do projeto de ‘design de contexto’, em que cada material da construção é escolhido a partir de um estudo aprofundado dos tons e texturas encontrados no meio ambiente da região. A praia é praticamente desocupada, com apenas uma pequena vila de residências e grandes áreas intocadas e desertas, inóspitas à abundância de vida animal e vegetal. Por isso, apenas quatro cores básicas foram identificadas: cinza-prateado, ocre-dourado, marrom-bronze e verde-grama. Nada no projeto foge desta paleta, garantindo que nenhum elemento pareça deslocado. Assim, a casa praticamente desaparece na areia, provando que a vida humana pode se misturar à natureza, mesmo em condições extremas.

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set/15

24

Contemporâneo por essência!

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Contemporâneo, como indica a palavra, é tudo que pertence ao tempo que estamos vivendo. Mas na arquitetura e principalmente no design, o contemporâneo nasce marcado por um movimento: a abertura da escola de Bauhaus da Alemanha em 1919. Esses arquitetos, designers de produtos e designers gráficos queriam reunir a beleza de uma arte moderna, a uma produção em escala industrial, ou seja, para muitas pessoas e não mais somente para os muito ricos e privilegiados. Nasce aí o design que conhecemos hoje, que compramos nas lojas e que se faz presente em muitas casas.

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A lendária escola de Bauhaus fundada em 1919 – reflexões sobre o design contemporâneo

 

Design contemporâneo: formas suaves e geométricas

Design contemporâneo: formas suaves e geométricas

 

Os anos 1900 foram de grandes inovações. Mudanças significativas, desde a psicanálise com Freud (a revolução do entendimento do ser humano) até os artistas que saíram de uma visão acadêmica e realista, para um olhar interpretativo da realidade, como Picasso, Matisse, Braque e tantos outros.

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A arte entra na vida cotidiana também através dos móveis que temos em casa

 

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Os quadros de Mondrian (à direita) inspiraram muito o mobiliário

 

As casas contemporâneas também mudaram. Ficaram menores. A praticidade foi convidada a entrar no ambiente doméstico. Por isso, os móveis chamados contemporâneos procuram refletir as questões atuais do mundo e trazer para a moradia tanto um pouco de arte, com suas formas e cores, quanto uma expertise industrial. Geralmente o mobiliário contemporâneo tem linhas mais retas, ou como definimos, um design limpo. Pois se o mundo é tão intenso lá fora, tão cheio de imagens, nossos móveis têm de “descansar o olhar”.

Paleta de cores neutras, principalmente em variações monocromáticas

Paleta de cores neutras, principalmente em variações monocromáticas

 

Ou as vezes um jogo de contrastes!

Ou as vezes um jogo de contrastes!

 

Interessante também é perceber o jogo entre as aparências. Antes madeira era madeira, cerâmica era cerâmica e metal era metal! Hoje, numa visão contemporânea a cerâmica pode ter aparência de madeira, o vidro pode mimetizar o metal e assim vamos!!! Podemos interpretar e brincar com a realidade.

O Contemporâneo se abriu também para muitos e novos materiais: desde aqueles com “pegada” bem industrial, como os metais, quanto àqueles recicláveis, fruto de uma preocupação com o meio ambiente. Como é o caso do vidro, material-chave para nós da Cinex.

 

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set/15

18

O vidro onde menos se espera

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Já sabemos que o vidro faz parte da nossa vida desde a antiguidade e que hoje já podemos encontrá-lo em diversos locais que vão desde grandes construções até telas de smartphones.

Na arte, o inusitado é sempre valorizado e Ramon Todo não ficou para trás. Nascido em Tóquio, mas vivendo em Dusseldorf, na Alemanha, Ramon acrescentou o vidro em locais inesperados como em pedras, rocha vulcânica, fragmentos do Muro de Berlim e até mesmo livros! Veja abaixo as criações do artista:

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ago/15

11

O arquiteto Frank Gehry, com 85 anos de idade inaugurou nesse ano o edifício Dr. Chau Chak Asa, na Universidade de Tecnologia em Sydney, Austrália. Com um conceito inovador, pensado e inspirado em artista locais e como eles usam dobras para explorar a cor, a forma e a sombra.
O edifício foi construído utilizando 320.000 tijolos, colocados à mão e feitos especialmente para ele, esses garantem uma estrutura parcialmente ondulada, que pode ser comparada a sacos de papel amarrotados.
Frank é conhecido por suas formas fluidas, já utilizadas anteriormente em obras como o Walt Disney Concert Hall, sempre trabalhando dentro do contexto local.

E o resultado desse trabalho ficou encantador!

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ago/15

7

A DESIGN WEEKEND, ou DW como é chamada, é o grande evento de design da cidade de São Paulo. Criada ao estilo do London Design Festival e das exposições Fuori Salone de Milão, cresce a cada ano.

Em agosto teremos outra edição da DW e traremos para ela a nossa VITRUM VERUM, uma iniciativa do Grupo Cinex de valorização do vidro como material chave do século XXI, parte de um movimento que pretende valorizar, divulgar e mostrar a aplicabilidade cada vez mais abrangente do vidro no mundo contemporâneo. Seu primeiro evento aconteceu em abril de 2015 na cidade de Treviso – Itália, no nosso Cinex Lab, e contou nessa primeira edição com um trabalho feito conjuntamente com a americana Corning Inc, uma das maiores empresas de vidro do planeta.

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Agora em agosto de 2015, o conceito e a colaboração com a Corning serão retomados num importante evento de design que acontece há 5 anos na cidade de São Paulo: o Design Weekend, mais conhecido como DW. Um evento que traz para a pauta da cidade, o design e arquitetura. Durante 4 dias, São Paulo respira design.

A mostra VITRUM VERUM acontecerá na loja da ABITO (empresa do Grupo Cinex) e que tem uma localização mais que estratégica na região que concentra design, decoração e arquitetura na cidade.

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Você é nosso convidado, marque na agenda: de 12 a 16 de agosto (quinta a domingo). Aguardamos você!!!

Para mais informações acesse: cinex.com.br/imprensa

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