Grupo Cinex | Blog | Design com X | Design com X é o nome do nosso Blog, pois nós do Grupo Cinex acreditamos que design é o X da questão no mundo atual. Para nós tudo passa pelo design pois ele, por definição, busca o melhor desenho para tudo: móveis, objetos e até relações. Neste espaço buscamos mostrar as notícias e novidades que acontecem no mundo do design. Compartilhamos a pesquisa feita em todas as empresas do Grupo de modo a trazer para você nossa paixão pelo alumínio e pelo vidro, os materiais mais importantes nas nossas indústrias e materiais-chave para o século XXI por sua reciclabilidade e versatilidade. Design e Inovação nos movem. E é sobre isso que iremos falar aqui. Para que cada leitor do nosso blog possa, cada dia mais, criar seus ambientes de sonhos. Onde more a praticidade e a beleza. Onde mais do que estar, se possa bem-estar.

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TAG | luminárias

jul/17

27

Carbonizar a superfície exterior da madeira, deixando-a negra e craquelada, é uma técnica tradicionalmente utilizada por pescadores de ilhas japonesas para construir suas casas. A queima controlada é uma maneira de prolongar a durabilidade das fachadas de madeira: o fogo seca e acrescenta uma camada de carbono à superfície das tábuas, protegendo-as contra incêndios e umidade. Foi o arquiteto japonês Terunobu Fujimori, conhecido por suas referências vernaculares, que difundiu a técnica para o ocidente na década de 1980.

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Foi deste método, chamado Yakisugi ou Shou Sugi ban, que a equipe do escritório Kengo Kuma Associates se lembrou ao fazer os primeiros testes na fábrica tcheca de cristal Lasvit. Fundada em 2007, a Lasvit tem um vasto portfólio de luminárias de vidro criadas em colaboração com grandes arquitetos, designers e artistas internacionais, e havia convidado o famoso arquiteto japonês para integrar os lançamentos da Euroluce 2017.

Ao ver a produção do cristal, Kuma notou o uso dos tradicionais moldes feitos com toras de madeira. No processo de produção do vidro, esses moldes são embebidos em água para que resistam ao calor do material incandescente. A ideia foi experimentar usar a madeira seca, para que sua superfície se queimasse em contato com o cristal fundido saído do forno. O resultado é que o molde, então carbonizado, imprimia no cristal sua textura crepitante.

Com esta pequena subversão no modo de produção, Kengo Kuma reverencia duas técnicas tradicionais, do cristal soprado e a Yakisugi, uma ocidental e a outra oriental. As luminárias pendentes, de formato retangular, capturam o momento vivo da transformação da madeira e da condensação do cristal, ressaltando os contrastes entre as duas matéria-primas.

O fato de a madeira queimar impossibilita que essa seja usada mais de uma vez, fazendo com que cada peça seja única, com diferentes texturas e profundidades das linhas impressas. A exposição delas em conjunto, em Milão, enfatizou essas diferenças sutis que torna. O resultado é uma coleção moderna e minimalista que combina formas geométricas simples com texturas orgânicas incomuns. “Minha intenção foi alcançar a alma profunda da madeira, capturá-la dentro do vidro”, disse o arquiteto.

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Fotos: Divulgação

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jul/15

15

Por Clarissa Schneider | Editora chefe da revista Bamboo – bamboonet.com

Driblar a falta de espaço nas moradias urbanas tem sido o desafio do designer Max Gunawan durante toda a sua vida. Ele nasceu em Jacarta, capital e maior cidade da Indonésia, com 18,2 milhões de habitantes. Hoje, vive e trabalha em São Francisco, a cidade mais povoada da Califórnia, com densidade de 6.633 pessoas por km2. Em dois cenários tão superlotados, não é de se espantar que a essência de sua marca Lumio seja otimizar a moradia em pequenos espaços, por meio de peças de design compactas e multifuncionais.

O primeiro produto, a luminária Lumio, tem a familiar forma de um livro. Mas, basta abri-lo para se surpreender, no lugar de páginas de papel, ali se esconde uma luminária sanfonada. A partir da descoberta, surgem diversas possibilidades de uso. Em 360°, pendurada como pendente; em 180°; como abajur sobre a mesa; em aberturas menores; como uma fonte de luz pontual. Quando está fora de uso, pode simplesmente retornar à estante. Versátil e compacta, a Lumio é ideal para aqueles momentos em que se precisa de uma luz extra, seja na hora de ler uma história para as crianças dormirem ou na iluminação de uma festa ao ar livre.

O conceito fez tanto sucesso entre os amigos de Gunawan que ele decidiu apostar no crowdfunding (financiamento coletivo). Em dez dias, arrecadou 280 mil dólares, quase cinco vezes mais que o objetivo inicial. O sucesso lhe rendeu palestra no TEDx e a indicação de Rising Talent na Maison&Objet Americas, este ano, em Miami. Mas o êxito da Lumio não vem apenas de uma boa ideia. A luminária também é carregada de bom design. De estética minimalista, é livre de fios embutidos, sendo carregada como um telefone celular, o que permite que seja levada a qualquer lugar. As páginas são à prova d’água e a lâmpada LED é de alta performance. Assim, além de divertido, o projeto também é de alta qualidade.

Tímido, mas entusiasta de seu trabalho, Gunawan não quer parar por aí. Seu objetivo é que a Lumio se desenvolva numa marca de vários produtos, todos pensados para quem mora em pequenos espaços. “Acredito no poder do design para deixar a vida mais funcional. E também acredito que é perfeitamente possível ter uma casa pequena, mas completa e confortável”, diz. Seu próximo projeto, já com protótipo, é uma cadeira desmontável, também de mecanismo sanfonado, que vira um quadro para ser pendurado na parede. Considerando sua habilidade para identificar demandas de consumo e sua popularidade na internet, a nova peça tem todo o potencial para ser mais um fenômeno de crowdfunding e do design do século 21.

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Mais detalhes em hellolumio.com

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maio/15

14

Por Revista Bamboo – bamboonet.com.br

Ao visitar uma antiga fábrica de vidro – a Vidro01, a primeira a existir em São Paulo, ainda hoje em funcionamento –, Guto Requena ficou intrigado com alguns moldes que encontrou abandonados num canto. Pediu que os mestres vidreiros soprassem neles e se encantou com as peças que surgiram. Da combinação delas nasceu a coleção Alma Lamp, para a Bertolucci. São dois modelos de luminárias de mesa e sete de teto, caracterizados pela leveza e pelo efeito de luz surpreendente. Em entrevista exclusiva, Requena conta sobre este processo de criação e seu jeito de entender o design.

Bamboo O que te move?
Guto Requena A memória é a espinha dorsal do meu trabalho. No estúdio, usamos a frase: “we shape memories”. Antes eu acreditava que minha questão era a produção digital. Mas isso parou de fazer sentido, hoje tudo 
é digital. Avaliando minha trajetória, percebi que era a memória que estava presente em todos os meus projetos. Na Alma Lamp é explícito, uma releitura do passado. E é totalmente analógico.

B Da onde veio a vontade de trabalhar com vidro?
GR Eu já tinha trabalhado anteriormente com esta fábrica de vidro, no Belenzinho. Eles são de um dos primeiros grupos de imigrantes italianos que chegaram de Murano, trazendo a técnica do sopro para o Brasil, há mais de 100 anos. É uma empresa muito interessante. Já foi gigante, com mais de 2 mil funcionários, mas quebrou na era pós-Collor, com a entrada das grandes multinacionais de vidro. Hoje são apenas quatro artesãos vidreiros, lutando para manter a tradição. É algo que está se extinguindo no mundo inteiro, o que é muito triste, porque é uma das técnicas de fabricação mais antigas da história do homem, com mais de 5 mil anos.

B E como este interesse por vidro se transformou numa coleção de luminárias?
GR Eu já tinha feito um outro projeto com a Vidro01: os vasos Era uma vez. Como eles continuam sendo produzidos por eles, eu mantive contato. Um dia eu fui à fábrica e notei um monte de moldes jogados no chão. Perguntei o que era e eles me contaram que eram originais que vieram junto com a bisavó, há mais de 100 anos. Eles não sabiam direito o que fazer com eles. Então decidi criar um projeto com aquilo. Pedi para soprarem e depois voltei para ver o que tinha formado. Foi um processo muito simples, colocamos as peças de vidro em cima de uma mesa e fomos sobrepondo as peças, colocando os vasos de ponta-cabeça. Começaram a surgir formas interessantes e aí eu tive a ideia de fazer uma coleção de luminárias.

B Por que o nome “alma”?
GR Por vários motivos. O principal é que alma é o nome que se dá para o molde de vidro. E na primeira vez que acendi a luminária, todos ficaram surpresos pelo efeito da luz. O efeito de reflexão gerou uma “alma”. É quase como se a peça tivesse um espírito, uma coisa virtual. Eu acho lindo, é um dos trabalhos mais bonitos que já fiz. Adoro desenhar luminárias e nas próximas quero começar justamente pelo efeito.

Ultimamente, você tem se dedicado a projetos mais conceituais. Por que decidiu lançar uma coleção comercial?
GR A Bertolucci me pediu para que não fossem luminárias caras. Realmente, nos meus projetos mais recentes, existe essa dificuldade de colocar em produção. O que venho fazendo é muito conceitual. São edições limitadas para galerias, peças que custam muito caro e não chegam no consumidor final comum. Então veio o desejo de mudar um pouco, fazer pelo menos uma ou duas vezes por ano uma coleção comercial, com peças que não custem milhões. Ao mesmo tempo, continuo fazendo as edições limitadas. Porque é com elas que consigo experimentar técnicas e materiais novos, pesquisar. Tiramos o aprendizado das edições limitadas e depois passamos para a produção em série.

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nov/13

26

Por Clarissa Schneider – Editora chefe da revista Bamboo | bamboonet.com.br

Um pequeno galpão em Hertford abriga um dos poucos estúdios do Reino Unido que ainda se dedicam ao vidro soprado feito sem uso de moldes. Dali, saem luminárias coloridas que tem um quê de art nouveau, com suas formas de flores e acabamentos ondulados. Fundado em 2007, o Rothschild&Bickers se dedica exclusivamente à produção de luminárias sob medida, que encantam desde os mais clássicos e vitorianos a amantes do estilo retrô-moderno, e que podem ser vistas em hoteis como o The Great Nothern Hotel, na King’s Cross, ou lojas Ted Baker ao redor do mundo.

No início do ateliê, eram apenas Victoria Rothschild e Mark Bickers, que se conheceram durante seus estudos no Royal College of Art, em Londres. Hoje, são mais quatro artesãos vidreiros, que se revezam na orquestra do processo de produção – que demanda concentração, força física, habilidade e paciência. “Nós usamos apenas técnicas manuais, num processo muito diferente do vidro soprado em moldes em grandes fábricas”, conta Victoria. A fornalha, que funciona 24 horas por dia, 365 dias por semana, é o coração do estúdio. Dali, o artesão colhe, com o auxílio de um cano de metal, a massa vítrea incandescente, e segue para a mesa de trabalho. Ele precisará da ajuda de mais um ou dois para realizar todos os movimentos simultaneamente: o giro do cano, para que a massa não escorra; a conformação que vai moldando o material, feita com ferramentas de metal ou um pano embebido em água; o sopro, que cria as concavidades.

Um dos diferenciais do processo artesanal é que as cúpulas ficam sem a marca do encaixe do molde, e revelam toda fluidez do cristal. “Buscamos usar as qualidades inerentes ao vidro, para produzir itens que mostram a beleza deste material maravilhoso”, diz Victoria. O resultados são peças únicas e com curvas suntuosas, que encantam pelo brilho. As cores são outro diferencial do Rothschild&Bickers, que tem em seu catálogo um espectro de 16 tons: âmbar, jade, roxo, cinza e vermelho cereja são algumas das variações. Para finalizar, as cúpulas de vidro são encaixadas à peças auxiliares de metal, com opções de cobre, latão, prata, e mais uma variedade de fios revestidos com corda colorida. Os que gostam de mais detalhes podem optar por tecidos com franjas ou bordados aplicados na borda, e peças de metal mais trabalhadas. Ligeiramente excêntricas, as criações do Rothschild&Bickers equilibram com graça o vintage e o contemporâneo, e são tão fascinantes quanto a matéria-prima e técnica de que resultam.studio_pb-2223_01

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nov/13

22

O designer sueco Johan Lindstén se inspirou no acidente nuclear de Fukushima, no Japão, que aconteceu no começo de 2011, para criar uma série de luminárias pendentes.

Nomeadas de “MeltDown”, estão disponíveis nas cores âmbar, tabaco, cinza, rosa, azul claro, branca, incolor e ametista, podem ser utilizadas individualmente ou compor uma decoração divertida com várias unidades. A luminária esférica é produzida em vidro soprado e suspensa pelo próprio fio das lâmpadas incandescentes.

O grande destaque fica por conta da lâmpada que quase sai diretamente do vidro. Com esse design diferenciado, a peça aparenta estar derretendo com a forte radioatividade.

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fev/13

19

Por Clarissa Schneider | Editora chefe da revista Bamboo – bamboonet.com.br

Foi pela perspectiva de uma estudante de bioquímica que Paola Petrobelli conheceu as minúcias do vidro. Após uma viagem a Murano, em Veneza, foi natural para ela ir atrás de detalhes da composição do material, sua volatilidade, sua forma e técnicas de desenvolvimento. A partir dessas descobertas e a criação de uma primeira garrafa bastante pitoresca, herdeira das primeiras pesquisas, a italiana de Padova, descobriu que nunca mais faria outra coisa, além de desenhar e criar com vidro.

Suas primeiras coleções, feitas entre os anos 2000 e 2004, são basicamente um estudo de técnicas possíveis dentro do vidro soprado, como as clássicas filigrana e incalmo, que possibilitam uma infinidade de desenhos por baixo da superfície transparente. Um traço mais sofisticado aparece nas coleções de “Contenitores”, peças aparentemente sem utilidade que são o resultado de perguntas como: “quão largo pode ficar o vidro antes que perca sua forma?”; “quão precisamente um formato assimétrico pode ser soprado?” – investigações específicas de uma designer que se formou em ciências moleculares. Nesta e em outras séries como Doppio e Simple, Paola também trabalha a relação de sobreposição de transparência e cor, um dos elementos mais cativantes do vidro.

No currículo de Petrobelli, colaborações com amigos como o artista Damien Hirst – ele confiou a criação de luminárias para sua casa de campo e colacom a loja Other criteria (também de Hirst); colaborou também em um projeto especial de pratos da Wallpaper* e expôs na Miami Design e na London Design Week. Paola mora em Londres e sua atual obssessão é a criação de mesas como a Perimetro e a Obbiettivo.

veja mais:
paolapetrobelli.com







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dez/12

7

por Livia Debbané
fotos: divulgação

A delicadeza e a simplicidade das criações de Hanna Krüger seduzem o olhar e cativam a alma como um manifesto à beleza essencial das forma orgânicas. As luminárias e vasos são em vidro soprado, o que as rende formas livres que sugerem movimento. Krüger conta que busca um conceito de design que seja claro, mas que explore alguma característica inusitada, muitas vezes decorrente do processo de produção.

A designer falou à Bamboo com exclusividade:

Bamboo Como você definiria o seu design?
Hanna Krüger Nas minhas criações gosto de explorar a tensão entre simplicidade e originalidade. Você pode encontrar designs com uma linguagem clara e definida, e outros, que mostram algum tipo de estranheza causada principalmente pelo conceito do processo de produção. Me interesso em trabalhar entre essas fronteiras.

B O que te inspira e como é o seu processo de criação?
HK As inspirações são diversas. Se você trabalha como designer, anda pelo mundo de olhos bem abertos. Design é a linguagem com que me comunico, minha forma de expressão. Frequentemente me inspiro por um material específico e sua transformação durante o processo de produção. Gosto de explorar os diferentes aspectos do processo, e me interessa a maneira como eles interferem no próprio desenho. Durante a concepção já começo a fazer experiências diretamente no material e a trabalhar com modelos em 3D, mais do que ficar no computador. Gosto de ter uma relação direta com o material, o tamanho e a forma.

B O que mais te interessa no vidro soprado?
HK O vidro soprado é uma expressão da temporalidade e do movimento. O trabalho do soprador parece um processo coreografado; cada movimento do corpo tem que ser controlado. É por isso que me interesso tanto pelo vidro. Mas antes de qualquer coisa, porque vidro é simplesmente lindo!

hannakrueger.de










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