Grupo Cinex | Blog | Design com X | Design com X é o nome do nosso Blog, pois nós do Grupo Cinex acreditamos que design é o X da questão no mundo atual. Para nós tudo passa pelo design pois ele, por definição, busca o melhor desenho para tudo: móveis, objetos e até relações. Neste espaço buscamos mostrar as notícias e novidades que acontecem no mundo do design. Compartilhamos a pesquisa feita em todas as empresas do Grupo de modo a trazer para você nossa paixão pelo alumínio e pelo vidro, os materiais mais importantes nas nossas indústrias e materiais-chave para o século XXI por sua reciclabilidade e versatilidade. Design e Inovação nos movem. E é sobre isso que iremos falar aqui. Para que cada leitor do nosso blog possa, cada dia mais, criar seus ambientes de sonhos. Onde more a praticidade e a beleza. Onde mais do que estar, se possa bem-estar.

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TAG | vidro

jul/17

27

Carbonizar a superfície exterior da madeira, deixando-a negra e craquelada, é uma técnica tradicionalmente utilizada por pescadores de ilhas japonesas para construir suas casas. A queima controlada é uma maneira de prolongar a durabilidade das fachadas de madeira: o fogo seca e acrescenta uma camada de carbono à superfície das tábuas, protegendo-as contra incêndios e umidade. Foi o arquiteto japonês Terunobu Fujimori, conhecido por suas referências vernaculares, que difundiu a técnica para o ocidente na década de 1980.

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Foi deste método, chamado Yakisugi ou Shou Sugi ban, que a equipe do escritório Kengo Kuma Associates se lembrou ao fazer os primeiros testes na fábrica tcheca de cristal Lasvit. Fundada em 2007, a Lasvit tem um vasto portfólio de luminárias de vidro criadas em colaboração com grandes arquitetos, designers e artistas internacionais, e havia convidado o famoso arquiteto japonês para integrar os lançamentos da Euroluce 2017.

Ao ver a produção do cristal, Kuma notou o uso dos tradicionais moldes feitos com toras de madeira. No processo de produção do vidro, esses moldes são embebidos em água para que resistam ao calor do material incandescente. A ideia foi experimentar usar a madeira seca, para que sua superfície se queimasse em contato com o cristal fundido saído do forno. O resultado é que o molde, então carbonizado, imprimia no cristal sua textura crepitante.

Com esta pequena subversão no modo de produção, Kengo Kuma reverencia duas técnicas tradicionais, do cristal soprado e a Yakisugi, uma ocidental e a outra oriental. As luminárias pendentes, de formato retangular, capturam o momento vivo da transformação da madeira e da condensação do cristal, ressaltando os contrastes entre as duas matéria-primas.

O fato de a madeira queimar impossibilita que essa seja usada mais de uma vez, fazendo com que cada peça seja única, com diferentes texturas e profundidades das linhas impressas. A exposição delas em conjunto, em Milão, enfatizou essas diferenças sutis que torna. O resultado é uma coleção moderna e minimalista que combina formas geométricas simples com texturas orgânicas incomuns. “Minha intenção foi alcançar a alma profunda da madeira, capturá-la dentro do vidro”, disse o arquiteto.

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Fotos: Divulgação

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jul/17

12

O casal Carole Baijings e Stefan Scholten, ou apenas Scholten & Baijings, estão entre os mais importantes designers contemporâneos da Holanda. A dupla se tornou conhecida do grande público por ter desenhado uma extensa coleção de utilitários para a Hay, marca descolada e de preços acessíveis, à venda em várias lojas pelo mundo, como a do museu nova-iorquino MoMA.

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Uma das principais características do design de produto do Scholten & Baijings é o uso do design gráfico. Para eles, boa forma e função sempre ganham superfícies trabalhadas de maneira inovadora e interessante. Em quase todos os seus projetos, eles criam estampas marcadas pela geometria e por sutis gradações de cores, além de uma paleta que se tornou sua assinatura: tons rebaixados de rosa, verde e azul combinados a cores neon como amarelo e pink. Procure pelos tecidos exclusivos criados para marcas como Hay e Maharam, ou para a Moroso e a Herman Miller.

Foi um prato cheio para eles, então, o convite para desenhar novas estampas em vidros para a empresa Skyline Design (skydesign.com). A parceria, que recebeu o nome Glass Gradients, foi apresentada na última Neocon, importante feira mundial focada em espaços corporativos que acontece anualmente em Chicago.

A ideia do Scholten & Baijings é genial por sua simplicidade. Eles usam apenas duas formas geométricas básicas nas estampas, o quadrado e o círculo, dispostos repetidamente de maneira a formar um grid. Cada cliente, no entanto, pode recriar a estampa, feita sempre sobre vidro transparente, mudando as dimensões das formas geométricas e as cores. Assim, cada pessoa tanto pode optar por uma sequência de pontos pequeninos ou grandes quadrados e círculos, quanto pode escolher uma ou mais cores para a mesma chapa – a transição de um tom a outro é feita sutilmente.

Com essas possibilidades de customização chega-se a diferentes níveis de transparência e, consequentemente, de privacidade, adequando os vidros a cada ambiente onde serão instalados. Os padrões podem ser aplicados em ambas as faces das chapas vítreas, seja pela técnica de impressão da cor ou de gravação (que gera o efeito fosco no material). O resultado de mais essa possibilidade extra são feitos óticos únicos

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Fotos: Reprodução @Inga Powilleit

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jun/17

20

Nos dois últimos meses, uma pequena exposição em Nova York, na galeria de design R & Company, chamou atenção para o trabalho de Aly Tayar. O arquiteto de origem turca, que mantinha escritório em Manhattan desde 1993, faleceu prematuramente no ano passado, aos 57 anos, deixando uma obra exígua e muito consistente.

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Tayar foi pouco conhecido pelo grande público, mas aclamado entre seus colegas e clientes. Dentre seus principais projetos, estão um hotel, uma casa de campo e um barco (de aço carbono!) para um casal de fiéis clientes suíços. Em Nova York, desenhou galerias e restaurantes, como o Pop Burger e o hoje extinto Waterloo, projetou a renovação de apartamentos, entre eles uma cobertura no Soho e o seu próprio, no Rockfeller Apartments – joia da arquitetura moderna americana em Midtown. Tayar também foi professor da Parsons School of Design.

Seu estúdio chamava-se Parallel, uma referência à régua paralela, um dos principais instrumentos de desenho de arquitetos. Segundo o curador da exposição, Dung Ngo, o nome também manifesta o fato de que sua prática se deu em diversas escalas – objetos, componentes estruturais, mobiliário, interiores e edifícios –, de maneira concomitante, a partir de um léxico bem formado de princípios construtivos.

O foco da exposição da R & Company, intitulada “Systems and One-Offs”, foi a produção de menor escala: móveis, objetos e elementos da construção civil. Formado em engenharia em Stuttgart, na Alemanha, onde recebeu um ensinamento baseado em preceitos modernistas, com especial atenção a sistemas construtivos pré-fabricados, e posteriormente pós-graduado em arquitetura pelo prestigioso MIT (Massachussets Institute of Technology), Tayar chegou em Nova York no início dos anos 1990. Sem trabalho ou clientes, dedicava seu tempo à criação de conceitos estruturais que testava em móveis.

Um de seus primeiros desenhos, hoje integrante da coleção de design do MoMA, é a mesa de centro Calder. De inegável inventividade estrutural, a mesa é composta por cinco peças, quatro pés e o tampo, unidos apenas pela força da gravidade e por atrito, sem a necessidade de parafusos ou outras junções. O engenhoso desenho do pés, em metal fundido, contém um gancho em forma de chave inglesa no qual o tampo é encaixado. O simples peso e espessura da chapa definem a inclinação dos apoios, dando estabilidade ao conjunto.

Muito inspirado por arquitetos como o francês Jean Prouvé, principal nome da arquitetura pré-fabricada, e o suíço Fritz Haller, criador do famoso sistema de estantes e armários modulares da marca suíça USM, Tayar perseguiu a criação de componentes universais e padronizados que pudessem ser produzidos industrialmente, em grande quantidade. O gancho de estante Ellen, também na coleção do MoMA, é exemplar dessa vontade. Feito de alumínio extrudado, foi criado para o apartamento de uma cliente e posteriormente vendido em lojas de material de construção por cerca de 20 dólares a unidade.

O alumínio foi o material preferido de Tayar, fosse na forma de pequenas peças extrudadas ou em grandes chapas dobradas e/ou perfuradas. O painel Plaza, originalmente criado para a proteger a fachada de vidro de uma galeria, acabou por ser produzido por uma empresa de mobiliário americana. Modular e flexível, ele podia ser composto de acordo com o desejo do usuário, bastando fixar cada régua vertical individual com hastes de plástico. A mesma empresa editou um conjunto de cadeiras e bancos que usavam apenas dois tipos de componentes de alumínio, um para o assento e outro para o encosto, presos lateralmente por chapas de madeira compensada recortada. Esses móveis contém uma clara preocupação de Ali Tayar na racionalização e eficiência tanto do método produtivo quanto de embalagem e transporte.

A R & Company reuniu, além de exemplares do projetos já citados, peças únicas criadas pelo arquiteto para sua casa e seu escritório. Além do alumínio, aparecem materiais compostos, e é constante o uso do compensado de madeira moldado, em clara referência a outros dois ícones do design e da arquitetura do século 20, o finlandês Alvar Aalto e a dupla americana Charles e Ray Eames. O conjunto de peças demonstra não apenas a preocupação sistemática com respeito ao móvel industrial e modular, mas também uma grande liberdade expressiva do desenho. Essa aparente contradição foi sua assinatura, e é certamente o que torna seu trabalho relevante no contexto contemporâneo.

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Crédito imagens: Divulgação © Joe Kramm / R & Company

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jun/17

6

O vínculo estrito da arquitetura com a engenharia caracteriza a obra do italiano Renzo Piano. Seus edifícios são consequência, em primeiro lugar, de complexas escolhas estruturais. O emaranhado de estruturas metálicas do Centro Pompidou, em Paris, visível devido ao uso de fechamentos de vidro transparente, é uma obra icônica da engenharia contemporânea. Piano era, à época do projeto realizado em parceria com o inglês Richard Rogers, um jovem arquiteto, e esse ousado edifício já expunha as diretrizes que marcariam sua trajetória.

New Pavilion by Renzo Piano in Chateau La Coste

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Metais e vidro, materiais que chegam ao canteiro de obra já manufaturados por indústrias especializadas, são os principais aliados do Renzo Piano Building Workshop, nome de seu escritório com base em Gênova, na pesquisa incessante de componentes estruturais inovadores. A lista de projetos que tem essa combinação como protagonista é extensa: vai do aeroporto de Kansai, em Osaka, com sua cobertura de película metálica reluzente, ao arranha-céu em forma de obelisco vítreo The Shard, em Londres; aos mais recentes Whitney Museum em Nova York, que combina panos de vidro opacos e transparentes conectados por tirantes metálicos delgados, à Fundação Pathé, em Paris, com seu manto anamórfico de escamas de alumínio perfurado, ou à Fundação Stavros Niarchos, em Atenas, a lembrar um templo grego moderno com uma fina cobertura suspensa sobre colunas de aço também muito esguias.

Comparado a tais projetos, o novo pavilhão da vinícola Château La Coste, em Aix-en-Provence, é modesto. No local, a produção de vinhos divide espaço com instalações e exposições de arte em espaços projetados por grandes arquitetos contemporâneos, espalhados por 200 hectares de campos de videiras. A construção foi erguida para expor fotografias do aclamado artista japonês Hiroshi Sugimoto, e tem meros 285 metros quadrados de área em único pavimento. Os grandes arquitetos, todavia, demonstram sua potência inventiva mesmo projetos de pequeno porte e programas simples.

Lá, a escolha inusitada do partido arquitetônico foi a de “enterrar” o edifício – o que faz sentido já que, além da sala de exposição, foram criadas duas caves para amadurecer alguns dos conhecidos rótulos da vinícola. Com início no nível do terreno, o percurso se desenvolve por uma extensa rampa contínua, que leva até cota mais baixa da escavação, a cerca de cinco metros subterrâneos. Na laterais contíguas ao declive, muros de concreto fazem a contenção da terra ao mesmo tempo que emolduram o espaço, tornando-se as paredes de exibição das fotografias da série Seascapes, a mais importante de Sugimoto.

A sala de exposição é amplamente iluminada por luz natural filtrada pela cobertura pelicular branca. Piano criou uma bela estrutura em forma de velas estendidas por hastes metálicas delicadas. Esse é o único elemento do projeto que fica visível à distância. Segundo o arquiteto, as velas ecoam o distribuição gráfica do campo de parreiras ao redor do pavilhão, inserindo-se com harmonia no terreno. Por meio de esquadrias de metal e vidro que tomam todo o pé-direito, a sala abre-se para um pátio e o percurso culmina em um espelho d’água.

O pavilhão recém-inaugurado une-se a obras de outros célebres arquitetos neste Inhotim francês, todos vencedores, como Renzo Piano, do prêmio Pritzker, o Nobel da arquitetura: Tadao Ando, Frank Gehry, Norman Foster, Richard Rogers e Jean Nouvel. Obras de artistas não menos célebres, como Louise Bourgeois, Anish Kapoor, Alexander Calder, Richard Serra e Lee Ufam, completam a experiência na encantadora região da Bouches-du-Rhône, onde desemboca o rio Reno.

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maio/17

30

Uma empresa chinesa de drones está construindo a sua nova sede e, claro, nada poderia ser simples na China! O complexo será formado por dois altos edifícios, até porque drones tem tudo a ver com altura, não é verdade? E para ser a cereja do bolo deste projeto, os arquitetos do Prelimirary Research Office foram contratados para executar a Sky Bridge, uma ponte de vidro que ligará os dois edifícios nos incríveis 28° e 29°andares.

Com um toque futurista e formato cilíndrico, a ponte será completamente estruturada em metal e vidro. Isso porque a ideia é que este seja um ponto de observação de drones. Internamente, o espaço contará com rampas de acesso em um lado e plataformas de observação do outro, distribuindo assim o fluxo de pessoas.

Não tem como discordar que os chineses realmente dominam a técnica desse tipo de construção, não é verdade?

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maio/17

23

Uma residência de 3000 m² localizada em Israel tem chamado a atenção de muitos arquitetos. Logo na entrada, vemos uma parede em madeira na entrada do terreno, que harmoniza com a vegetação e contrasta com o restante da composição em alvenaria. Mais para dentro, uma belíssima estrutura de vidro transparente compõem o cenário de um refúgio moderno e amplamente conectado com o espaço onde está inserido.

Esta é a Casa F, projeto do estúdio israelense Pitsou Kedem Architects, que trabalha os materiais naturais de forma a harmonizar sua fachada e interior com os ambientes, utilizando-se da madeira, do concreto e abundantemente do vidro. A construção é fechada, não sendo visível da rua, e vai se revelando conforme o visitante adentra pelo espaço e contempla sua geometria simples e minimalista. Os principais conceitos seguidos nesta execução foi que, tanto formas quanto materiais, fossem limpos e transparentes.

Dos pátios internos é possível ter uma visão completa da casa, uma experiência privada e íntima , privilégio reservado apenas a amigos e convidados. O design de interiores segue o mesmo conceito da arquitetura: pé direito duplo, vários espaços integrados e mobiliário assinado. Um verdadeiro luxo!

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maio/17

16

O projeto arquitetônico de uma residência é complexo, pois não engloba apenas questões técnicas, mas também estéticas e funcionais. E no que se refere a estes quesitos, planos que envolvem segurança, beleza, funcionalidade e desempenho térmico e acústico são primordiais.

Um dos pontos chave – relacionados a estes atributos – são as aberturas e esquadrias que o projeto receberá. Afinal, elas trazem a paisagem e a luz do exterior para o interior, e os isolam de tudo aquilo que não desejamos, criando uma barreira de proteção.

Inicialmente é necessário um estudo minucioso para o seu tamanho e posicionamento, de modo que haja o melhor aproveitamento da luz, circulação do ar e isolamento acústico e térmico da construção. O passo seguinte é a definição do modelo mais apropriado, pois atualmente são muitos os tipos de soluções que o mercado apresenta, e elas variam não somente em relação ao material, mas também nas possibilidades de tonalidades e acessórios. As esquadrias de alumínio, por exemplo, são modelos mais robustos e completos, que atendem aos requisitos mais complexos de uma construção.
Elas se apresentam como as mais eficientes energeticamente, uma vez que possibilitam uma melhor vedação do ambiente externo, além de promoverem mais segurança, menor riscos de infiltrações e isolamento térmico e acústico perfeitos!

Pensando nisso, as esquadrias Cinex Arch reúnem o melhor da arquitetura europeia na fabricação de janelas e aberturas. O objetivo é proporcionar projetos de beleza e modernidade incomparáveis! São esquadria tecnológicas, com a força do alumínio somadas à expertise dos vidros de segurança – esteticamente superleves e ao mesmo tempo robustas em termos de segurança.

As esquadrias Cinex Arch são concebidas seguindo rigorosos padrões europeus e possuem diversos atributos e pré-requisitos que conferem à marca status de referência no segmento. Confira alguns deles:

Câmara: o espaço entre os vidros cria uma sutil e eficiente proteção térmica dentro de casa. O frio e o calor, mesmo tendo um grande impacto fora, passam a não influenciar a temperatura de dentro. Este espaço pode ser preenchido com o gás argônio que traz ainda mais isolamento térmico e acústico para o projeto.

Liga de alumínio 6060: confere mais resistência à estrutura. O alumínio é uma das poucas composições metálicas com 100% de estabilidade ao longo do tempo, o que permite um projeto praticamente eterno.

Sistema de Thermal Break: uma barreira térmica interna nas molduras, composta por uma pequena peça de alta tecnologia que mantém as faces de alumínio do perfil isoladas uma da outra, mantendo uma temperatura estável internamente e evitando que a face de dentro receba o resfriamento ou o aquecimento vindos de fora. Isso evita a condensação do perfil e propicia um equilíbrio térmico interior.

Ferragens exclusivas: travas de abertura e maçanetas especiais são desenhadas para propiciar beleza, resistência e invulnerabilidade, tornando-se, assim, elementos de proteção dos ambientes.

Paleta de cores e acabamentos: as muitas cores e exclusivos padrões amadeirados são aplicados com tintas eletrostáticas (não poluentes) e se fundem ao alumínio através de altas temperaturas nos fornos de fusão. Ou seja, a pintura dos nossos alumínios não se alteram com o tempo.

Testes contínuos: as esquadrias Cinex Arch foram testadas exaustivamente por laboratórios europeus de simulação de eventos extremos. As nossas soluções são certificadas por normas europeias e promovem estanqueidade à água, permeabilidade de ar, resistência à cargas de vento, isolamento acústico e transmissão térmica.

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maio/17

9

Jack Storms é um escultor americano que desde 2004 cria peças magníficas através de uma técnica rara. O método combina cristal de chumbo e vidro dicroico, usando um processo de vidro frio, que lhe permite traduzir em cada uma de suas obras sua paixão pela arte contemporânea.

Especializado em esculturas de vidro geométricas e representacionais, as obras de Storms – produzidas a partir de três tipos diferentes de vidro: cristal óptico, cristal de chumbo e vidro dicroico – transitam entre o abstrato e o figurativo, sem maiores interferências.

Em seu processo, o artista trabalha com pedaços de vidro dicroico colados, criando um bloco oftálmico de cristal, para depois aplicar camadas de vidro óptico ou cristal. Na sequência, iniciam-se os processos de lapidação e polimento a frio, o que resulta em peças com efeito prismático incrível.

Cada escultura exige um trabalho cuidadoso e pode levar meses para ser concluído. Mas ao final tem-se a recompensa, não é verdade?

 

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maio/17

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Uma construção que lembra um barco a vela ou um imenso iceberg? Talvez uma nave espacial?
Bom, o que sabemos é que esta obra surpreende e embeleza ainda mais o Jardim d’Acclimatation de Paris. É Frank Gehry nos presenteando com mais este incrível projeto!
Trata-se de um conjunto de blocos brancos revestidos de painéis de concreto, cercado por doze imensas “velas” de vidro. As velas dão ao projeto a sua transparência e sentido de movimento, permitindo que a construção retrate a água, bosques e jardim.

Logo na entrada o visitante pode assistir a um vídeo que mostra o processo de construção do prédio, que levou 12 anos para ficar pronto. Já ao circular pelos espaços internos é possível apreciar obras de arte garimpadas e que se encaixam perfeitamente ao contexto. Grandíssimas esculturas encaixadas em salas de pé direito altíssimo, enquanto obras de contemplação mais íntima se espalham por salas menores. Em um dos ambientes, 43 colunas distribuídas em forma de prisma fazem infinitas projeções, num jogo divertido de reflexões.

O monograma na porta de entrada é um dos poucos indicativos do que se trata o local: a Fundação Louis Vuitton. Um posicionamento tão luxuoso quanto as peças e produtos da marca, não é verdade?

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abr/17

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Uma região caracterizada pela presença de grandes corporações em Genebra é o cenário de uma obra que impressiona e encanta pela sua estrutura. O projeto busca promover uma conexão agradável entre o ambiente de trabalho e as características naturais do local.

Com fachada em vidro, a construção seguiu a premissa de sustentabilidade, por isso a fachada conta com um sistema de cortina que se adapta às mudanças climáticas externas. Devido a sua concepção, a luz natural nos espaços de trabalho é abundante além de oferecer um vista magnífica do lago da cidade e dos Alpes Suíços. Quem não gostaria de trabalhar em um local assim?

Outro ponto interessante da obra é a sua forma: devido ao terreno ser triangular, tudo foi meticulosamente pensado para aproveitar ao máximo o espaço. Pensando em aumentar a conexão entre o humano e a obra, elevações em alguns pontos da construção esculpem um pátio público que, ao mesmo tempo que inspira, facilita a movimentação dos pedestres ao centro de transporte local.

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abr/17

18

O artista de vidro ucraniano da Glass Symphony, Nikita Drachuk, transforma hastes de vidros coloridos em mini esculturas que representam a fauna e a flora de uma forma delicada e sutil. Em cada peça busca-se manter ao máximo a fidelidade ao real de cada personagem. Um trabalho minucioso e cheio de detalhes que encantam! Lindo, não é mesmo?

A técnica utilizada chama-se “lampworking”, onde um queimador de gás com temperatura muito elevada, em torno de 1800º, faz com que o vidro fique no estado físico necessário para que as peças possam ser trabalhadas, com diferentes métodos de alongamentos e dobras. Cada peça é criada de forma artesanal, individual e única, fazendo com que esse trabalho seja ainda mais cativante!

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abr/17

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Olha que bacana a ideia dessa família norueguesa! Eles queriam construir uma casa com características ecológicas e, ao mesmo tempo, protege-la contra as rigorosas temperaturas em uma ilha no norte do país. Para poder realizar esse projeto, eles optaram por colocar uma redoma de vidro no entorno da casa.

A cúpula que encobre a construção de 3 andares tem 177 m² e conta com 360 painéis de vidro temperado de 6 mm, em formato triangular. Por causa do tipo de vidro utilizado foi possível manter a temperatura estável durante todo o ano, protegendo a propriedade dos ventos e nevascas do local, além da produção de insumos naturais mesmo durante o inverno. O projeto também previu a instalação de painéis para captação de energia solar e todo o alumínio utilizado nas esquadrias é reciclado. Quer um projeto mais ecofriendly do que esse?

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abr/17

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A empresa israelense Gauzy, reconhecida pela aplicação de tecnologia inovadora, está trabalhando em testes para desenvolver vidros inteligentes que pode mudar de cor com um toque.

Isso mesmo que você leu, um toque!

As chamadas Smart Blinds são feitas com cristal líquido, que é transformado em película e colocados entre duas camadas de vidro. Elas possuem a aparência de uma persiana tradicional, porém podem ter a regulagem de opacidade e áreas que recebem cores com um simples toque. Isso acontece porque ao usar o impulso magnético para trocar a posição das moléculas dos vidros, essa tecnologia é capaz de bloquear a passagem de luz em diferentes níveis. Complexo de entender, mas na prática a ideia é super inovadora!

Inicialmente a tecnologia foi pensada para ser instalada em casas e escritórios comerciais. Mas como as cortinas normais são uma grande fonte de bactérias, as Smart Blinds se apresentam como ótima alternativa para hospitais e centros médicos garantirem a limpeza e assepsia dos espaços.

Tomara que essa tecnologia chegue por aqui em breve 😉

 

[youtube]https://youtu.be/mrQlW1oRUns [/youtube]

 

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mar/17

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Quem esteve em São Paulo na semana passada pode conhecer um pouco mais sobre a qualidade e a inovação dos produtos Cinex, agora aplicadas em sofisticados revestimentos de parede. O espaço Cinex Arch refletiu nossa paixão pelo design, pelo alumínio e vidro! Agora, este é o momento de mostrar para você um pouco do que apresentamos por lá:

Nossa belas portas foram um destaque a parte, exibindo o design e a qualidade Cinex que você já conhece. A porta Alpina Ritz, com Marco Minimal, toda em alumínio e vidro Panna trouxe sofisticação e traduz a versatilidade dos produtos Cinex, fazendo com que esta porta se adapte a diversos ambientes. A conhecida porta Feltre estava toda azul, em um belíssimo vidro Blu Notte, com marco Slim e fechadura magnética.

Durante a nossa permanência na feira quisemos mostrar a grandeza e a imponência dos produtos Cinex, por isso instalamos uma porta Ampezzo Sopra Luce com incríveis 3.4 m de altura! A cor escolhida foi Londra para o acabamento e Refletente Chiaro duplo para o vidro.

A Stampa Carrara foi selecionada para revestir o stand Cinex e chamou a atenção de muitos visitantes. Este produto é uma inspiração dos Alpes Apuanos (Itália), com efeitos de mármore (branco com leves veios de cinza). Na entrada, um admirável móvel revestido em vidro trouxe um preto profundo, desenhado por veios cristalizados em tons de areia e branco. A exclusiva tecnologia de fixação e variação de estampas atraiu os olhares de quem esteve por lá.

A Expo Revestir 2017 também foi um importante marco para nós: apresentamos oficialmente nosso novo logotipo, reestilizado e que, acima de tudo, traduz o nosso sentimento de se reinventar todos os dias. Uma constante busca pela inovação!

Encante-se com algumas fotos do nosso espaço:

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fev/17

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Linhas fluídas quebram a rigidez das formas

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Baku, capital do Azerbaijão, recebeu uma obra icônica assinada por Zaha Hadid, um dos principais expoentes da arquitetura moderna. O Centro Cultural Heydar Aliyev impressiona por suas formas. E que formas! Ondulações, dobras, inflexões e bifurcações, além de uma superfície de aparência homogênea e contínua, que apresenta diferentes lógicas de construção e sistemas técnicos. Para a composição da obra foram escolhidos o concreto reforçado com fibra de vidro e o poliéster reforçado, também, com fibra de vidro. Este material também foi amplamente utilizado nas paredes, com imensos vãos que permitem uma comunicação ampla e direta do interior com o exterior. O projeto foi desenvolvido após intensa pesquisa da geografia e da cultura local, com o intuito de apresentar um projeto com características de organismo vivo, capaz der atender as necessidades das pessoas, além de enfatizar as transformações contínuas, a forma e o movimento implícito, além da sua geometria fluida. Mais do que falar sobre, vale a pena a contemplação de alguns ângulos dessa imponente construção.

 

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